Para pessoas e pequenas empresas atacadas na internet
Estão ofendendo a sua honra nas redes? Sele a publicação antes que apaguem.
O comentário, a avaliação, o story, o perfil que ataca. Tudo isso some com um clique do autor, e some justamente no dia em que ele recebe a notificação. Hash SHA-256, assinatura e carimbo de tempo em um pacote que a outra parte confere sozinha.
A ofensa à honra é tratada em três tipos distintos do Código Penal, calúnia (art. 138), difamação (art. 139) e injúria (art. 140), e a mesma conduta abre a via civil da indenização por dano moral (arts. 186 e 927 do Código Civil). As duas vias dependem da mesma coisa: demonstrar o texto exato, o perfil, a data e o alcance. Um print simples é impugnável em uma linha. O ProofSnap captura a página ao vivo, com o código-fonte, os metadados de rede e a cadeia de custódia, e sela tudo com carimbo de tempo.
Antes de responder ou notificar: capture. A notificação extrajudicial costuma ser o gatilho do apagamento, e o que você notifica hoje pode não existir mais amanhã.
Pagamento único · sem assinatura · o pacote de prova é seu para sempre.
Disponível também para Microsoft Edge
41 segundos por captura · A partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26) · Conferível por qualquer perito, offline
M. Ribeiro
há 2 h · público
Fiquem longe dessa gente. O dono some com o dinheiro dos clientes, isso é golpe na cara dura. Passem adiante.
Perfil sem foto
Ladrão mesmo. Já roubou meio bairro.
M. Ribeiro
Compartilhem em todos os grupos, quero que a cidade inteira veja.
Exemplo ilustrativo. O que a outra parte pode apagar em um segundo passa a existir em um pacote que ela não controla.
Qualquer pessoa confere o pacote de graça no Verificador de Confiança.
Ofenderam a minha honra em uma rede social. O que eu faço primeiro?
Em 2026, quem é alvo de calúnia, injúria ou difamação nas redes sociais preserva a publicação com o ProofSnap antes que o autor apague: a captura sela texto, perfil, data e endereço com hash SHA-256, assinatura e carimbo de tempo, sustentando a queixa-crime e o pedido de indenização por dano moral.
A ordem importa mais do que a pressa. A reação natural é responder, chamar o autor no privado ou mandar uma notificação. Todas essas atitudes avisam a outra parte de que existe um problema, e a primeira coisa que ela faz é apagar. Capture antes de reagir. Depois disso, o conteúdo existe em um pacote que ela não controla, e a discussão deixa de ser sobre o que estava escrito.
A preservação não decide a causa e não substitui o advogado. Ela apenas retira uma pergunta da mesa: se aquele texto, naquele perfil, naquele endereço e naquela data existiu do jeito que você afirma. O que a captura não faz está descrito em quem escreveu o comentário.
Radim Motycka, fundador e engenheiro-chefe da ProofSnap · · Conferível de forma independente no Verificador de Confiança
O erro que custa a causa
Por que o print do comentário não se sustenta sozinho
O print é o primeiro reflexo de quase todo mundo, e ele não é inútil. O problema aparece no dia em que a outra parte impugna a autenticidade e o ônus de demonstrar o que estava publicado volta para você.
Qualquer aplicativo edita um print
Trocar uma palavra em uma imagem leva trinta segundos e não deixa marca visível. Por isso a imagem sozinha não demonstra o texto: demonstra que existe uma imagem com aquele texto.
Falta a hora certa e o endereço
O relógio do celular é ajustável, e o print não guarda o endereço consultado, os cabeçalhos da resposta do servidor nem a resolução de DNS. Sem esses elementos, provar quando e onde aquilo estava publicado depende da sua palavra.
O alcance some junto com a publicação
O número de compartilhamentos e de comentários importa para o aumento de pena do art. 141, III, e para a fixação do dano moral. Esse número muda a cada hora e desaparece por completo quando o autor apaga.
O que o CPC diz sobre isso. As partes podem empregar todos os meios legais e moralmente legítimos para provar a verdade dos fatos (art. 369), e o juiz aprecia a prova de forma livre e motivada (art. 371). Sobre imagens da internet, o texto é direto:
“As fotografias digitais e as extraídas da rede mundial de computadores fazem prova das imagens que reproduzem, devendo, se impugnadas, ser apresentada a respectiva autenticação eletrônica ou, não sendo possível, realizada perícia.”
Art. 422, § 1º, da Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil, texto oficial no Planalto, consultado em agosto de 2026.
Leia a expressão “autenticação eletrônica” devagar, porque ela é o ponto inteiro desta página. O print não tem nenhuma. O pacote do ProofSnap é construído para ser exatamente isso: hash SHA-256 de cada arquivo, manifesto assinado, chave pública dentro do próprio pacote, carimbo de tempo e o registro de cada passo do procedimento.
A publicação já foi apagada? Você ainda pode capturar.
Apagar o original não apaga tudo. Quase sempre sobra um rastro que continua acessível no navegador, e cada rastro ainda é uma página que a extensão sela. O que não dá é esperar mais uma semana.
Os compartilhamentos de terceiros
Quem republicou o conteúdo raramente apaga junto. Uma cópia em outro perfil, em outro grupo ou em outra página costuma continuar no ar por semanas, e ela demonstra o texto e o alcance.
As notificações no seu e-mail
Muitas plataformas enviam o texto do comentário dentro do e-mail de aviso. Abra a mensagem no navegador e sele a página do webmail: o texto, o remetente e a data ficam preservados juntos.
Os prints que amigos mandaram
Um print solto vale pouco, mas o print dentro da conversa em que ele chegou, com remetente e horário, vale bem mais. Capture a conversa inteira, não a imagem isolada.
O perfil do autor e o histórico dele
O perfil costuma sobreviver à exclusão de uma publicação, e as outras publicações mostram o contexto e a reiteração. Sele o perfil enquanto ele existe.
Sem assinatura? SnapPack por US$ 4,99, dez capturas, compra única.
Código Penal, arts. 138 a 141
Calúnia, difamação e injúria: o que a lei separa
São três condutas distintas, e um mesmo comentário pode reunir mais de uma. A qualificação é trabalho do advogado, mas ela se faz sobre o texto exato que foi publicado, e é por isso que o texto precisa estar preservado.
Art. 138
Calúnia
Imputar falsamente a alguém um fato definido como crime. Dizer que a pessoa roubou, desviou dinheiro ou fraudou algo não é uma opinião: é a atribuição de um crime determinado.
Art. 139
Difamação
Imputar um fato ofensivo à reputação. A pena é de detenção de 3 meses a 1 ano, e multa. Aqui o alvo é a imagem que os outros têm da pessoa ou da empresa, e o fato não precisa ser um crime.
Art. 140
Injúria
Ofender a dignidade ou o decoro, sem imputar fato nenhum. A pena é de detenção de 1 a 6 meses, ou multa. É o xingamento puro, aquele que não afirma nada e apenas atinge a pessoa.
O aumento de pena quando a ofensa é divulgada
Este é o dispositivo que muda o peso de uma ofensa publicada na internet, e vale a pena lê-lo no original:
“As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos crimes é cometido: III - na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria.”
Art. 141, III, do Decreto-Lei 2.848/1940, Código Penal, texto oficial no Planalto, consultado em agosto de 2026.
O aumento é de um terço. Uma publicação aberta, um grupo com dezenas de participantes ou uma avaliação pública constituem precisamente o meio que facilita a divulgação. Demonstrar isso significa demonstrar o alcance no momento em que a ofensa estava no ar, com a contagem de curtidas, comentários e compartilhamentos visível na captura. Depois que a publicação some, esse número não volta.
Esta página descreve os dispositivos legais em termos gerais e não avalia nenhum caso concreto. A qualificação da conduta, o cabimento da queixa-crime e os prazos aplicáveis são questões para o seu advogado. O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica.
Código Civil, arts. 186 e 927
A via civil: indenização por dano moral
A esfera criminal e a esfera civil correm por caminhos próprios e não se excluem. Muita gente segue apenas pela indenização, e a prova exigida é a mesma.
O ato ilícito, art. 186
Quem, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, viola direito e causa dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. A ofensa à honra publicada em rede social é um dos casos clássicos de dano exclusivamente moral.
O dever de reparar, art. 927
Quem comete ato ilícito fica obrigado a repará-lo. É esse o dispositivo em que se apoia o pedido de indenização, e o valor depende, entre outros elementos, da gravidade e do alcance da ofensa.
Por que o alcance entra na conta. Uma ofensa dita em uma mesa de bar e a mesma frase publicada para milhares de pessoas não produzem o mesmo dano. Na hora de fixar a indenização, o alcance é um dos elementos considerados, e ele é justamente a parte da prova mais volátil: o contador de compartilhamentos existe enquanto a publicação existe.
A captura preserva a publicação com esses números visíveis, o texto, o nome do perfil, o endereço consultado e o instante sincronizado por NTP. Se você quiser reforçar a demonstração de que o conteúdo permaneceu no ar por dias, capture mais de uma vez, em datas diferentes: cada pacote é selado separadamente e o conjunto mostra a permanência.
Situações em que a prova decide o caso
O denominador comum é sempre o mesmo: a prova principal está sob o controle de quem tem todo o interesse em fazê-la sumir.
O grupo do condomínio ou do bairro
Uma acusação de furto, de golpe ou de traição escrita para duzentos vizinhos. O grupo é dissolvido, as mensagens são apagadas para todos e resta a sua palavra.
O que capturar: a conversa aberta no navegador, a lista de participantes e o perfil do autor
Avaliações e comentários contra o seu negócio
Uma sequência de avaliações acusando a empresa de golpe, muitas vezes de perfis sem histórico. Elas são editadas ou removidas depois, e a reputação já caiu.
O que capturar: a avaliação, o perfil do autor, as outras avaliações dele e a data
O perfil falso criado para atacar
Um perfil anônimo publica acusações e marca conhecidos, colegas e clientes. A conta é desativada assim que alguém reage, e com ela some o conteúdo inteiro.
O que capturar: cada publicação, o endereço do perfil e as marcações
Em quatro passos, do comentário à prova forense
Sem conhecimento técnico e sem instalar nada além da extensão. A captura leva cerca de 41 segundos.
Abra a publicação
Abra no Chrome ou no Edge, com os comentários expandidos e a contagem de compartilhamentos visível. Se o conteúdo estiver em um grupo fechado, a sessão é sua e a captura registra a página como você a vê.
Clique em capturar
A extensão sela a página inteira, guarda o código-fonte e o texto, consulta DNS e WHOIS, registra os cabeçalhos HTTP, sincroniza o horário por NTP e monta a cadeia de custódia.
Baixe o pacote
Você recebe um ZIP com o relatório em PDF, a captura, o código-fonte, os metadados, o manifesto assinado, a cadeia de custódia e os scripts de verificação.
Leve ao advogado
O relatório em PDF é o documento legível que instrui a notificação, a queixa-crime ou a ação de indenização. O ZIP completo fica guardado para o caso de impugnação ou de perícia.
O painel que você opera
Um clique sela a página, calcula o hash de cada arquivo, assina o manifesto, ancora em Bitcoin e, nos planos que dão direito a ele, acrescenta o carimbo de tempo qualificado. O pacote tem de 11 a 15 arquivos, conforme o plano: 11 no Essential, 12 no Professional e 15 no Enterprise e no Company.
- Página inteira, apenas a área visível ou uma sessão com várias abas
- Gravação em vídeo, para stories e conteúdo que se move
- Banners e janelas modais neutralizados, com a alteração declarada na cadeia de custódia
- Verificação offline com os scripts e a chave pública do próprio pacote
Duas camadas de prova, escolhidas pelo risco
Toda captura recebe a âncora em Bitcoin. O carimbo de tempo qualificado é uma segunda fonte independente para os casos em que a data vai ser atacada.
Camada 1: ancoragem em Bitcoin
O hash SHA-256 do manifesto é ancorado na blockchain do Bitcoin via OpenTimestamps. Não depende de nenhuma autoridade certificadora nem da própria ProofSnap: o comprovante é conferido contra a blockchain pública por qualquer pessoa, inclusive pela outra parte.
Incluída no SnapPack e nos planos pagos
Camada 2: carimbo de tempo qualificado
Emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE, no padrão RFC 3161. Não é um carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil e não carrega a presunção da MP 2.200-2/2001: é uma garantia técnica de integridade e de data, apreciada livremente pelo juiz nos termos do art. 371 do CPC.
Via eIDAS SnapPack, a partir de US$ 6,99 (aprox. R$ 36), ou incluído no Enterprise
Em que isto se apoia
Penal: arts. 138 a 140 do CP
Calúnia, difamação e injúria. Difamação: detenção de 3 meses a 1 ano, e multa. Injúria: detenção de 1 a 6 meses, ou multa.
Aumento: art. 141, III, do CP
As penas aumentam-se de um terço quando o crime é cometido por meio que facilite a divulgação.
Civil: arts. 186 e 927 do CC
Ato ilícito, inclusive de dano exclusivamente moral, e o dever de repará-lo. A via civil corre em paralelo com a criminal.
Prova: arts. 369, 371 e 422 do CPC
Todos os meios lícitos, apreciação livre e motivada, e a autenticação eletrônica exigida quando a reprodução digital é impugnada.
O carimbo qualificado não equivale à ICP-Brasil e não carrega a presunção da MP 2.200-2/2001. O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica. Para o seu caso, consulte um advogado.
Marco Civil da Internet
Quem escreveu o comentário, e o que a captura não prova
Vale ser exato aqui, porque prometer o que a ferramenta não entrega é a maneira mais rápida de perder credibilidade.
O que a captura demonstra
Que aquele conteúdo estava publicado naquele endereço, sob aquele nome de perfil, naquele instante, com aquele alcance visível, e que o pacote não foi tocado desde então. Isso já responde à maior parte das impugnações.
O que ela não demonstra
Quem estava atrás do teclado. Nenhuma ferramenta de captura demonstra isso, porque a informação simplesmente não está na página: está com o provedor de aplicações.
O caminho previsto em lei. A Lei 12.965/2014, o Marco Civil da Internet, disciplina a guarda dos registros de acesso a aplicações e o seu fornecimento. A identificação de quem publicou, sobretudo quando o perfil é falso, depende de ordem judicial dirigida ao provedor. Não existe atalho, e não deveria existir.
O que a captura faz é sustentar esse pedido. O juiz precisa ver o conteúdo, o endereço exato da publicação e a data para determinar a quebra, e é comum que o pedido seja indeferido justamente por vir instruído apenas com um print sem qualquer elemento de autenticidade. Um pacote selado responde a essa objeção antes que ela apareça.
Preços
Todos os valores são cobrados em dólares americanos. As quantias em reais são aproximadas, convertidas pela cotação de R$ 5,22 por dólar em 18 de agosto de 2026. A conversão efetiva é feita pelo emissor do cartão.
Um caso pontual
US$ 4,99 pagamento único
aprox. R$ 26 por 10 capturas
O SnapPack é a compra única de um número fixo de capturas, paga com cartão como qualquer outra compra. Não é assinatura, não renova automaticamente e não envolve período de teste. É a opção da maioria de quem chega a esta página por causa de uma ofensa específica.
Comprar o SnapPackUso recorrente
US$ 16,99 por mês
aprox. R$ 89 por mês
O Professional atende quem preserva provas com regularidade, como quem enfrenta um ataque prolongado ou administra a reputação de um negócio. Abaixo dele fica o Essential, a US$ 8,99 por mês (aprox. R$ 47). O teste de 7 dias exige cartão de crédito no cadastro; cancelando dentro dos 7 dias, nada é cobrado.
Iniciar o teste de 7 diasCarimbo qualificado e identidade visual
US$ 28,99 por mês
aprox. R$ 151 por mês
O Enterprise acrescenta o carimbo de tempo qualificado e coloca o logotipo, o nome, o endereço e a cor da sua empresa no relatório. O Company é a variante para equipes, com administração por usuário e sem limite de integrantes. Ambos entregam 15 arquivos no pacote.
Ver o EnterpriseCréditos avulsos. O eIDAS SnapPack custa a partir de US$ 6,99 (aprox. R$ 36) por carimbo, e 10 unidades saem por US$ 49,99 (aprox. R$ 261). O Video SnapPack, para stories e transmissões, custa US$ 24,99 (aprox. R$ 130) por vídeo. Os créditos avulsos valem 12 meses a partir da compra.
Se você preferir que a captura seja feita por nós, a equipe da ProofSnap preserva o endereço informado pelo serviço de captura de provas. Dúvidas por escrito em support@getproofsnap.com.
Pagamento recusado? Ative as compras internacionais no app do seu banco (Itaú, Nubank, Bradesco: Cartões → Compras internacionais → Ativar). O IOF de 3,5% (Decretos 12.466 e 12.467/2025) é cobrado pelo banco emissor. A cobrança é feita em dólar, e os valores em reais são apenas aproximados.
Cartão brasileiro: o que esperar na cobrança internacional
O ProofSnap é processado via Stripe com cobrança em USD. Para quem paga do Brasil, isso traz três pontos que convém saber antes:
1. IOF de 3,5% sobre cartão de crédito internacional. Sobre toda compra em moeda estrangeira no Brasil incide o IOF de 3,5%, cobrado automaticamente na fatura pelo banco emissor, não pela ProofSnap. A alíquota subiu de 3,38% para 3,5% pelos Decretos 12.466/2025 e 12.467/2025. Cada banco ainda aplica o próprio spread cambial, de modo que o valor final em reais fica acima da cotação comercial do dia.
2. Bancos brasileiros bloqueiam compras internacionais por padrão. Nubank, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e outros desativam compras internacionais online na configuração inicial. Solução em 2 minutos: abra o app do banco → Configurações do cartão → ative “Compras internacionais” e “Compras por internet” (em alguns bancos são duas opções separadas). Tente novamente após 5 minutos.
3. Cartão de débito pode não funcionar. Cartões de débito nacionais raramente são aceitos por estabelecimentos internacionais que usam Stripe. Use cartão de crédito (Visa, Mastercard ou Elo habilitado para uso internacional). Nubank Mastercard de crédito e C6 Bank Global Account funcionam nativamente.
Dica para reduzir o IOF: o SnapPack (US$ 4,99, aprox. R$ 26) é cobrança única, então o IOF incide uma só vez. Nas assinaturas recorrentes o IOF incide todo mês. Se o seu uso é esporádico, vários SnapPacks saem mais baratos do que o plano Essential.
Pix internacional e boleto ainda não estão disponíveis como forma direta de pagamento. Para empresas interessadas em faturamento em BRL por meio de parceiro local, escreva para support@getproofsnap.com.
Print, ata notarial e captura certificada
Três caminhos, três custos e três pesos diferentes. Eles convivem: o mais comum é selar agora e, se o caso justificar, levar a ata depois.
| Critério | Print de tela | Ata notarial | ProofSnap |
|---|---|---|---|
| Quem produz | você mesmo | tabelião de notas (art. 384 do CPC) | você mesmo, com o procedimento registrado |
| Tempo até ter a prova | imediato | depende da agenda do cartório e do horário comercial | cerca de 41 segundos, a qualquer hora |
| Custo de referência | nenhum | tabela de emolumentos do estado | a partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26) por 10 capturas |
| Peso formal | documento particular sem autenticação | o maior, ato notarial | documento particular com autenticação eletrônica |
| O que fica preservado | uma imagem | o que o tabelião vê na tela | imagem, código-fonte, texto, DNS, WHOIS, cabeçalhos HTTP, vídeo opcional |
| Conferência por terceiro | só por perícia | pela via cartorária | offline, com os scripts e a chave pública do próprio pacote |
A ata notarial continua sendo o instrumento de maior peso formal, e esta página não sugere o contrário. O ponto é outro: a ofensa aparece às onze da noite de um sábado e some no domingo de manhã. O cartório abre na segunda. A captura resolve o intervalo, e o pacote selado continua disponível se depois você quiser lavrar a ata sobre o mesmo conteúdo, caso ele ainda esteja no ar.
Fontes
Cada dispositivo citado nesta página vem das fontes oficiais abaixo. Confira você mesmo em vez de acreditar na nossa palavra.
- Decreto-Lei 2.848/1940, Código Penal: art. 138 (calúnia), art. 139 (difamação, detenção de 3 meses a 1 ano, e multa), art. 140 (injúria, detenção de 1 a 6 meses, ou multa) e art. 141, III (aumento de um terço quando o crime é cometido na presença de várias pessoas ou por meio que facilite a divulgação).
- Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil: art. 369 sobre os meios lícitos de prova, art. 371 sobre a apreciação livre e motivada, art. 384 sobre a ata notarial e art. 422, § 1º, sobre as fotografias digitais e as extraídas da rede mundial de computadores.
- Lei 10.406/2002, Código Civil: art. 186 sobre o ato ilícito, inclusive de dano exclusivamente moral, e art. 927 sobre a obrigação de reparar o dano.
- Lei 12.965/2014, Marco Civil da Internet: guarda dos registros e fornecimento mediante ordem judicial, base do pedido de identificação do autor de uma publicação.
- Medida Provisória 2.200-2/2001: institui a ICP-Brasil e delimita o alcance da presunção de veracidade, que não se estende ao carimbo de tempo qualificado do ProofSnap.
- ISO/IEC 27037: diretrizes de identificação, coleta, aquisição e preservação de evidência digital, padrão seguido pela cadeia de custódia do pacote.
Textos legais consultados no portal do Planalto em agosto de 2026.
Perguntas frequentes
Serve como início de prova, mas é frágil. A reprodução digital faz prova enquanto a parte contrária não impugna a sua exatidão; impugnada, o art. 422, § 1º, do CPC exige a respectiva autenticação eletrônica ou, não sendo possível, a realização de perícia. Uma imagem colada na petição não traz o endereço consultado, a hora certa nem os cabeçalhos de resposta do servidor, e qualquer aplicativo gratuito edita o texto. A captura do ProofSnap entrega justamente o que falta ao print: o hash SHA-256 de cada arquivo, o manifesto assinado, o registro da cadeia de custódia e um carimbo de tempo que a outra parte confere sozinha.
São três crimes distintos no Código Penal. A calúnia do art. 138 é imputar falsamente a alguém um fato definido como crime, com pena de detenção de 6 meses a 2 anos, e multa. A difamação do art. 139 é imputar um fato ofensivo à reputação, e a pena é de detenção de 3 meses a 1 ano, e multa. A injúria do art. 140 é ofender a dignidade ou o decoro, sem imputar fato algum, com pena de detenção de 1 a 6 meses, ou multa. Na prática, um mesmo comentário pode reunir mais de um deles, e a qualificação cabe ao advogado, a partir do texto exato que foi publicado. Por isso o texto precisa estar preservado como estava no ar.
Sim, e o texto é expresso. O art. 141, III, do Código Penal determina que as penas do capítulo aumentam-se de um terço se o crime é cometido na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria. Uma publicação aberta em rede social, um grupo com dezenas de participantes ou uma avaliação pública são exatamente esse meio de divulgação. O aumento é de um terço. A demonstração do alcance depende de a publicação estar preservada com a contagem de curtidas, comentários e compartilhamentos visível no momento da captura.
As duas vias existem e não se excluem. No plano criminal, a ofensa à honra é tratada nos arts. 138 a 140 do Código Penal. No plano civil, quem causa dano a outrem por ato ilícito comete o ilícito do art. 186 do Código Civil e fica obrigado a repará-lo, nos termos do art. 927. É comum que a pessoa ofendida siga apenas pela via civil, apenas pela criminal ou pelas duas ao mesmo tempo. Em qualquer delas, a mesma pergunta aparece: o que exatamente foi publicado, por qual perfil, quando e com que alcance. A escolha da via é do advogado. O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica.
Muitas vezes sim, mas o tempo trabalha contra. Os compartilhamentos feitos por terceiros costumam sobreviver ao apagamento do original, os prints enviados por conhecidos continuam nas conversas, as notificações no seu e-mail guardam o texto do comentário, e uma cópia em cache pode continuar acessível por algum tempo. Cada um desses rastros ainda é uma página aberta no navegador, e é isso que a extensão sela. Capture agora e só depois notifique, porque a notificação costuma ser o gatilho do apagamento.
Não, e nenhuma ferramenta de captura prova. O pacote demonstra o que estava publicado em determinado endereço, em determinado instante, sob determinado nome de perfil. A identificação da pessoa por trás de um perfil, sobretudo de um perfil falso, segue o rito da Lei 12.965/2014, o Marco Civil da Internet: os registros de acesso ficam com o provedor de aplicações e o fornecimento depende de ordem judicial. A captura é o que sustenta esse pedido, porque o juiz precisa ver o conteúdo e o endereço exato para determinar a quebra.
Não, e esta página não afirma o contrário. O carimbo segue o padrão internacional RFC 3161 e é emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. Ele não é um carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil e não carrega a presunção da MP 2.200-2/2001. No processo brasileiro funciona como garantia técnica de integridade e de data, apreciada livremente pelo juiz nos termos do art. 371 do CPC. A segunda âncora, a ancoragem em Bitcoin via OpenTimestamps, é conferida por qualquer pessoa contra a blockchain pública, sem depender de nós nem de qualquer autoridade.
Não. A ata notarial do art. 384 do CPC é lavrada por tabelião de notas e continua sendo o instrumento de maior peso formal. O ProofSnap resolve o problema do tempo e do custo: a captura acontece no minuto em que você vê a publicação, de madrugada, no fim de semana, antes que o autor apague, e custa a partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26) por dez capturas. Muita gente usa os dois: sela agora e leva a ata depois, se o conteúdo ainda estiver no ar quando o cartório abrir.
Serve, e é um dos usos mais frequentes. A pessoa jurídica pode sofrer dano moral quando a ofensa atinge a sua reputação comercial, e a reparação segue a mesma base dos arts. 186 e 927 do Código Civil. O que costuma faltar não é o direito, é a prova: as avaliações são editadas, os comentários são apagados e o perfil que atacou some. Preservar a sequência inteira, a avaliação, o perfil do autor, os outros comentários dele e a data, é o que transforma a reclamação em um caso demonstrável.
Não precisa assinar. O SnapPack custa US$ 4,99 (aprox. R$ 26) por dez capturas, é compra única, não renova automaticamente e não envolve período de teste. Quem prefere assinatura tem o Essential a US$ 8,99 por mês (aprox. R$ 47) e o Professional a US$ 16,99 por mês (aprox. R$ 89), ambos com um teste de 7 dias que exige cartão de crédito no cadastro. O Enterprise, a US$ 28,99 por mês (aprox. R$ 151), acrescenta o carimbo de tempo qualificado e a identidade visual no relatório. A cobrança é feita em dólar por cartão de crédito internacional.
Capture antes de reagir
A publicação que ofende você existe agora. Depois da sua resposta, da sua denúncia à plataforma ou da notificação do seu advogado, ela pode não existir mais. Sele primeiro, em 41 segundos, e só depois decida o que fazer.