Para detetives particulares, analistas de fontes abertas e áreas de investigação
Provas para detetives particulares e investigação em fontes abertas
O perfil que sustenta o relatório é apagado na semana seguinte, o anúncio sai do ar assim que a notificação chega e o grupo é dissolvido antes da audiência. O ProofSnap sela cada página visitada no seu próprio navegador, com cadeia de custódia registrada, para que o dossiê continue verificável muito depois de a fonte ter desaparecido.
Ou nós fazemos por você
Você nos envia um link ou os arquivos. Devolvemos, em até 24 horas, um pacote assinado e com carimbo de tempo, que o cliente do relatório e o juízo conseguem conferir sozinhos.
A exportação de conversa é o arquivo que o próprio aplicativo gera quando você toca em Exportar conversa. Nós convertemos esse arquivo em uma transcrição legível, calculamos o hash de cada arquivo e aplicamos um carimbo de tempo ao resultado, de modo que a outra parte não possa alegar que as mensagens foram editadas.
Em 2026, um detetive particular ou analista de fontes abertas no Brasil preserva um achado selando a página no próprio navegador com o ProofSnap: 41 segundos por captura, com hash SHA-256, assinatura RSA-4096, carimbo de tempo e cadeia de custódia, e no modo sessão o percurso inteiro, aba por aba.
A diferença está no que se pode responder na audiência. Um relatório ilustrado com prints obriga o investigador a sustentar de memória quando viu, onde viu e o que exatamente estava na tela. Um dossiê selado responde isso sozinho: cada página tem horário sincronizado, endereço registrado, cabeçalhos de resposta do servidor, resolução de DNS conferida em dois resolvedores independentes e um registro forense encadeado por hashes que denuncia qualquer passo removido.
A preservação não legitima a coleta. A licitude do acesso continua sendo responsabilidade de quem investiga, dentro dos limites da Lei 13.432/2017 e da LGPD. O que a ferramenta faz é documentar, de forma conferível por terceiros, o que foi coletado e como.
Radim Motycka, fundador e engenheiro-chefe da ProofSnap · · Conferível de forma independente no Verificador de Confiança
O relatório que não sobrevive ao contraditório
Onde o dossiê cai depois de entregue
O trabalho de campo costuma estar correto. O que não resiste é a forma como o achado foi guardado.
A fonte desaparece antes da audiência
Perfis são excluídos, anúncios saem do ar, publicações são editadas e grupos são dissolvidos. Entre a entrega do relatório e a instrução do processo passam meses, e o endereço citado no dossiê retorna erro 404.
O print sem procedência
A imagem colada no relatório não guarda endereço, horário confiável, cabeçalhos de resposta nem qualquer vínculo com quem a produziu. Perguntado sobre a data, o investigador responde de memória, e a memória não é conferível.
O percurso que ninguém consegue refazer
A conclusão do dossiê depende de uma cadeia de ligações entre páginas. Se cada elo foi guardado como uma imagem solta, o percurso vira narrativa, e narrativa se contesta com outra narrativa.
O custo real. Um achado sólido descartado por falha de preservação não volta: a fonte já foi apagada. Selar a página no instante em que ela é encontrada custa 41 segundos e é a única janela em que isso ainda é possível.
O recurso feito para investigação
Modo sessão: o percurso inteiro, aba por aba
Uma investigação em fontes abertas é uma sequência de ligações. O modo sessão preserva a sequência, não apenas o destino.
Ao ativar o modo sessão, o investigador navega normalmente. Cada aba efetivamente visualizada recebe o seu próprio conjunto preservado, gravado em uma subpasta identificada: captura de tela, código-fonte da página, texto extraído, metadados, cadeia de custódia e relatório em PDF individuais. Todas as subpastas ficam sob um mesmo identificador de captura e uma cadeia de custódia comum.
O resultado é um dossiê que demonstra o caminho: o anúncio no marketplace, o perfil do vendedor, a página da empresa, o registro de domínio, o grupo público onde o mesmo número aparece. Cada elo com o seu horário e o seu material técnico, na ordem em que foi percorrido.
A captura de cada aba é serializada, porque a interface do navegador limita a frequência das capturas de tela. Acima de dez abas aparece um aviso: não é um limite rígido, é um alerta de que a sessão vai demorar e de que talvez faça mais sentido dividir em duas.
Uma cadeia, muitas páginas
O identificador de captura amarra todas as abas. Não são vinte capturas avulsas que alguém depois afirma terem sido feitas na mesma tarde.
Cabeçalhos por aba
Os cabeçalhos de resposta do servidor são capturados por aba, com remoção dos campos de autenticação e de cookies antes de entrarem no pacote.
Relatório por página
Cada aba gera o seu PDF legível, o que permite juntar aos autos apenas o elo relevante sem expor todo o percurso da investigação.
O procedimento em campo
O método em cinco passos
-
1
Preserve antes de analisar
A ordem importa. Analisar primeiro e preservar depois significa preservar o que sobrou. Encontrou, sele. A leitura do material vem em seguida, sobre o pacote já fechado.
-
2
Use o modo sessão para o percurso
Quando o achado depende da ligação entre páginas, ative a sessão desde a primeira aba. Reconstruir o percurso depois, com capturas isoladas, nunca fica tão coeso quanto registrá-lo enquanto acontece.
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3
Grave em vídeo o que tem movimento
Stories, reels, transmissões, feeds com carregamento contínuo e qualquer conteúdo que se comporte de maneira diferente conforme a rolagem se provam melhor em vídeo. A gravação entra no mesmo pacote e recebe o mesmo tratamento criptográfico.
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4
Repita a captura em datas diferentes
Quando o objeto do trabalho é um padrão de conduta e não um episódio isolado, capturas repetidas em datas distintas demonstram continuidade. Duas capturas do mesmo perfil com semanas de diferença provam persistência de uma forma que uma só não prova.
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5
Entregue o relatório e guarde o pacote
Ao cliente vai o relatório em PDF. O pacote ZIP fica arquivado e é exibido em caso de impugnação ou de perícia. Os pacotes se mantêm verificáveis sem depender da ProofSnap, o que importa quando o processo se arrasta por anos.
O painel que o investigador opera
A captura acontece no navegador do próprio operador, com a sessão que já está aberta. Um clique sela a página, calcula o hash de cada arquivo, assina o manifesto e registra a cadeia de custódia, e no modo sessão faz isso aba a aba sob um identificador único.
- Modo sessão para preservar o percurso inteiro, não só o achado
- Gravação em vídeo com áudio para stories, reels e transmissões
- Dados do caso e do examinador registrados no próprio pacote
- Conferência offline pelo cliente, sem depender da ProofSnap
O que o perito vai ler
O que fica registrado além da imagem
A captura de tela é a parte menos interessante do pacote. O que sustenta o dossiê está em volta dela.
Resolução de DNS com verificação cruzada
O domínio é resolvido em paralelo por dois resolvedores independentes e as respostas são comparadas. Uma divergência entre eles é sinalizada no pacote, o que importa quando a alegação é de que o conteúdo servido variava conforme quem consultava.
Registro do domínio
A consulta de registro é feita primeiro pelo protocolo estruturado e, na falta dele, pelo formato tradicional. Data de criação e dados do registrante costumam ser decisivos em casos de golpe: um domínio criado há três semanas diz muito sobre a loja que se apresenta como estabelecida há dez anos.
Horário sincronizado por NTP
O horário da captura não vem do relógio do computador, que pode estar errado ou ter sido ajustado. Vem de servidores de tempo consultados no momento, com consenso apurado entre eles.
Cabeçalhos de resposta do servidor
Os cabeçalhos HTTP da resposta são capturados e depurados: campos de autenticação e cookies são removidos antes de entrarem no pacote, de modo que o material entregue ao cliente não carregue credenciais do operador.
O registro forense encadeado. Cada operação, da inicialização à montagem do ZIP, entra em um registro em que toda entrada carrega o hash da anterior e um hash cumulativo. Remover ou alterar um passo do meio quebra o encadeamento de forma detectável. A sequência começa com um valor aleatório vinculado ao identificador da captura e à versão da extensão, o que impede que um registro de outro caso seja apresentado como sendo deste.
O que o software mexeu na página. Cabeçalhos fixos neutralizados, banners e janelas modais removidos, travas de rolagem liberadas, animações congeladas e listas de recomendação interrompidas ficam todos declarados como operações próprias no documento de custódia, e são desfeitos ao final. Quando a página é longa demais para caber no limite de dimensão da imagem, o truncamento também é declarado, com o ponto exato em que ocorreu.
Procedência de imagens
Imagens da página, sinais de IA e proveniência
Em investigação de perfil falso e de anúncio fraudulento, a foto costuma ser o elo mais fraco da história contada pelo alvo.
Inventário das imagens
A captura levanta as imagens presentes na página e, para as candidatas, busca os cabeçalhos de resposta de cada arquivo, incluindo data da última modificação e identificador de versão. Uma foto de perfil publicada como recente, mas servida com data de dois anos atrás é um achado que o print não registra.
Sinais, não veredito
A análise lê as credenciais de conteúdo C2PA quando existem, extrai os metadados EXIF, calcula um hash perceptual e pontua indícios heurísticos. O resultado entra no pacote como levantamento de sinais e não como afirmação de que a imagem é sintética. Um relatório que diz que a imagem não trazia metadados de câmera nem credenciais de conteúdo é defensável; um que afirma que a imagem foi gerada por inteligência artificial não é.
Credenciais de conteúdo na própria captura
A captura de tela produzida pelo ProofSnap pode ser assinada com credenciais de conteúdo C2PA, de modo que a própria imagem carregue, embutida, a informação sobre a ferramenta e o momento em que foi gerada. Quem receber a imagem solta, fora do pacote, ainda consegue ler a sua procedência.
Os limites da atividade
Lei 13.432/2017 e LGPD: o que a ferramenta não resolve
Preservar bem não torna lícita uma coleta que não era. Vale separar as duas coisas com clareza.
A profissão e os seus limites
A Lei 13.432/2017 regula a profissão de detetive particular e admite a coleta de dados e informações de natureza não criminal, mediante contrato escrito com o cliente. A mesma lei veda a participação em diligências de investigação criminal em curso, salvo autorização da autoridade competente, e proíbe a divulgação a terceiros dos meios e resultados obtidos.
Dados pessoais
A coleta em fontes abertas continua sendo tratamento de dados pessoais e se submete à LGPD (Lei 13.709/2018). O exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral e o legítimo interesse do controlador estão entre as bases legais previstas no art. 7º, cada uma com os seus próprios requisitos e limites. O dado ser público não elimina a necessidade de base legal.
Registros do provedor
Identificar quem está por trás de um perfil raramente se resolve em fontes abertas. Os registros de conexão e de acesso a aplicações são obtidos junto ao provedor mediante ordem judicial, nos termos do Marco Civil da Internet. A preservação do conteúdo público serve para instruir esse pedido, demonstrando ao juízo o que existe e onde.
Uso criminal do material
Quando o dossiê acaba instruindo notícia-crime ou inquérito, a disciplina da cadeia de custódia do vestígio está nos arts. 158-A a 158-F do CPP, incluídos pela Lei 13.964/2019. O registro forense do pacote foi desenhado com essa mesma lógica de rastreabilidade contínua, mas quem faz a coleta oficial do vestígio é a autoridade, não o particular.
Jurisprudência
O que o STJ decide sobre print e cadeia de custódia
O tema já chegou ao Superior Tribunal de Justiça pelas duas pontas, e o que separa uma decisão da outra é exatamente a metodologia da coleta.
No AgRg no HC 828.054/RN, relatado pelo Ministro Joel Ilan Paciornik e julgado por unanimidade pela Quinta Turma em 23 de abril de 2024 (DJe de 29 de abril de 2024), o Superior Tribunal de Justiça resumiu o julgado nestes termos, publicados no Informativo de Jurisprudência n. 811, de 14 de maio de 2024:
“Apreensão de celular. Extração de dados. Captura de telas. Quebra da cadeia de custódia. Inadmissibilidade da prova digital.”
A ausência de procedimentos que garantam a idoneidade e a integridade dos dados extraídos acarreta a quebra da cadeia de custódia e a inadmissibilidade da prova digital. Convém ser exato sobre o alcance: o caso trata de aparelho celular apreendido em investigação criminal, não de coleta em fontes abertas por profissional privado. O que se aproveita dele é o critério, que é o mesmo aplicado a qualquer material digital levado a juízo.
A outra ponta também existe, e vale conhecê-la antes de prometer demais ao cliente: o STJ tem reconhecido que prints obtidos por particulares, sem indícios de adulteração e confirmados sob contraditório, não configuram por si sós quebra da cadeia de custódia. O print, portanto, não é automaticamente imprestável.
A leitura que interessa a quem investiga. As duas pontas apontam para o mesmo lugar: o que sustenta a prova digital é a metodologia documentada, não a imagem. Um dossiê em que cada operação está registrada, com horário sincronizado, hashes encadeados e um procedimento que qualquer perito consegue repetir, tira a discussão do terreno da dúvida razoável, em que a parte contrária tem espaço para trabalhar, e a leva para o terreno da conferência técnica, em que ou os hashes batem, ou não batem.
O cliente e a parte contrária conferem sem os nossos servidores
Um dossiê que só a fornecedora da ferramenta consegue confirmar tem o mesmo problema do print: depende de acreditar em alguém.
Conferência offline
Os scripts verify.sh e verify.ps1 acompanham o pacote, junto com um guia e a chave pública. Recalculam-se os hashes SHA-256, confere-se a assinatura RSA-4096 e valida-se o carimbo de tempo com os dados de validação de longo prazo incluídos, tudo com ferramentas padrão de linha de comando.
Duas datas independentes
A ancoragem em Bitcoin via OpenTimestamps é conferida na blockchain pública e não depende de nenhum prestador de serviços. Somada ao carimbo qualificado, são duas fontes independentes apontando para o mesmo instante. Para uma conferência rápida, o Verificador de Confiança roda no navegador, é gratuito e não exige conta.
Tipos de caso
Todos com a mesma característica: a fonte está sob controle de quem tem interesse em removê-la.
Perfis falsos e usurpação de identidade
Perfis que se passam por executivos, marcas ou profissionais. Preservar o perfil, as publicações e a rede de contatos antes da denúncia à plataforma, porque a remoção apaga também a prova.
Fraude em seguros
Publicações incompatíveis com a incapacidade alegada. O perfil é fechado no dia em que o segurado percebe que está sendo acompanhado, e o vídeo com carregamento contínuo exige gravação, não imagem estática.
Diligência sobre contrapartes
Verificação de fornecedor, sócio ou parceiro antes da contratação. O registro do domínio, a idade do site e a consistência dos dados societários entram no relatório com data conferível.
Concorrência desleal
Anúncio comparativo enganoso, cópia de material, aliciamento de equipe por mensagem. A publicação é retirada assim que a notificação extrajudicial é recebida.
Localização de bens
Anúncios de venda, publicações com veículos e imóveis, perfis comerciais. Material para instruir pedido de penhora ou de arresto, com data demonstrável de quando estava publicado.
Golpes e comércio ilícito
Lojas falsas, anúncios de emprego fraudulentos, grupos de venda de produto irregular. O percurso do anúncio ao canal de contato é o que demonstra a operação, e é para isso que serve o modo sessão.
Higiene operacional antes de entregar o pacote
Três verificações que separam um dossiê profissional de um problema para o cliente.
Confira o que a captura arrastou junto
Capturas de páginas atrás de login podem trazer para o pacote elementos da sessão do operador. Os cabeçalhos de autenticação e de cookies são removidos antes de entrarem no material, mas a página em si pode exibir o nome da conta usada. Abra o pacote e confira antes de enviar.
Separe o percurso do achado
Uma sessão de vinte abas documenta o método da agência, incluindo fontes que talvez não interessem ao cliente e que ele não precisa receber. Como cada aba gera o seu PDF, dá para juntar apenas os elos relevantes e manter o restante arquivado.
Guarde o ZIP, entregue o PDF
O relatório em PDF é o documento de trabalho. O pacote ZIP é a prova técnica e só precisa ser exibido em caso de impugnação ou de perícia. Manter os dois separados evita que o material técnico circule desnecessariamente.
O que o ProofSnap não é
Não é ferramenta de acesso
Não contorna autenticação, não quebra proteção, não raspa conteúdo em massa e não acessa nada em nome de ninguém. Captura o que já está aberto na tela do operador.
Não identifica autoria
Demonstra o que estava publicado em determinado endereço e em determinado instante. Ligar isso a uma pessoa depende de outros elementos e, em regra, de ordem judicial dirigida ao provedor.
Não é perícia
Não faz aquisição forense de aparelho nem análise de mídia. Se a controvérsia é sobre o conteúdo de um celular, o caminho é o perito nomeado pelo juízo.
Não confere licitude à coleta
Documentar bem uma coleta ilícita apenas documenta bem uma coleta ilícita. Os limites da Lei 13.432/2017 e da LGPD continuam integralmente com o profissional.
Preços para agências e investigadores
Todos os valores são cobrados em dólares americanos. As quantias em reais são aproximadas, convertidas pela cotação de R$ 5,22 por dólar em 18 de agosto de 2026. A conversão efetiva é feita pelo emissor do cartão.
Um caso pontual
US$ 4,99 pagamento único
aprox. R$ 26 por 10 capturas
O SnapPack é a compra única de um número fixo de capturas, paga com cartão como qualquer outra compra. Não é assinatura, não renova automaticamente e não envolve período de teste. Serve para testar o método em um caso antes de padronizar o procedimento da agência.
Comprar o SnapPackTrabalho corrente
US$ 16,99 por mês
aprox. R$ 89 por mês, ou US$ 160 por ano (aprox. R$ 835)
O Professional atende quem preserva fontes abertas com regularidade e usa o modo sessão como rotina. Na cobrança anual, a economia é de 20%. O período de teste de 7 dias exige cartão de crédito no cadastro; se a assinatura for cancelada dentro dos 7 dias, nada é cobrado. Abaixo dele fica o Essential, a US$ 8,99 por mês (aprox. R$ 47) ou US$ 80 por ano (aprox. R$ 418).
Iniciar o teste de 7 diasCarimbo qualificado e marca da agência
US$ 28,99 por mês
aprox. R$ 151 por mês, ou US$ 280 por ano (aprox. R$ 1.462)
O Enterprise acrescenta o carimbo de tempo qualificado e coloca o logotipo, o nome, o endereço e a cor da agência no relatório. O Company é a variante para equipes, com administração por assento e sem limite de integrantes. Ambos entregam 15 arquivos no pacote.
Ver o EnterpriseCréditos avulsos, quando a demanda é irregular. O eIDAS SnapPack custa a partir de US$ 6,99 (aprox. R$ 36) por carimbo, e 10 unidades saem por US$ 49,99 (aprox. R$ 261). O Video SnapPack custa US$ 24,99 (aprox. R$ 130) por vídeo, e 10 unidades saem por US$ 169,99 (aprox. R$ 887). Os créditos avulsos valem 12 meses a partir da compra.
Quando o alvo não pode ver o acesso partindo da agência, a equipe da ProofSnap preserva o endereço informado pelo serviço de captura de provas, a partir de US$ 44,99 (aprox. R$ 235) por endereço, com entrega em 24 horas. Dúvidas por escrito em support@getproofsnap.com.
Pagamento recusado? Ative as compras internacionais no app do seu banco (Itaú, Nubank, Bradesco: Cartões → Compras internacionais → Ativar). O IOF de 3,5% (Decretos 12.466 e 12.467/2025) é cobrado pelo banco emissor. A cobrança é feita em dólar, e os valores em reais são apenas aproximados.
Cartão brasileiro: o que esperar na cobrança internacional
O ProofSnap é processado via Stripe com cobrança em USD. Para agências brasileiras isso traz três pontos que convém saber antes:
1. IOF de 3,5% sobre cartão de crédito internacional. Sobre toda compra em moeda estrangeira no Brasil incide o IOF de 3,5%, cobrado automaticamente na fatura pelo banco emissor, não pela ProofSnap. A alíquota subiu de 3,38% para 3,5% pelos Decretos 12.466/2025 e 12.467/2025. Cada banco ainda aplica o próprio spread cambial, de modo que o valor final em reais fica acima da cotação comercial do dia.
2. Bancos brasileiros bloqueiam compras internacionais por padrão. Nubank, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e outros desativam compras internacionais online na configuração inicial. Solução em 2 minutos: abra o app do banco → Configurações do cartão → ative “Compras internacionais” e “Compras por internet” (em alguns bancos são duas opções separadas). Tente novamente após 5 minutos.
3. Cartão de débito pode não funcionar. Cartões de débito nacionais raramente são aceitos por estabelecimentos internacionais que usam Stripe. Use cartão de crédito (Visa, Mastercard ou Elo habilitado para uso internacional). Nubank Mastercard de crédito e C6 Bank Global Account funcionam nativamente.
Dica para reduzir o IOF: o SnapPack (US$ 4,99, aprox. R$ 26) é cobrança única, então o IOF incide uma só vez. Nas assinaturas recorrentes o IOF incide todo mês. Se o uso da agência é esporádico, vários SnapPacks saem mais baratos do que o plano Essential.
Pix internacional e boleto ainda não estão disponíveis como forma direta de pagamento. Para agências interessadas em faturamento em BRL por meio de parceiro local, escreva para support@getproofsnap.com.
O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica. Os carimbos de tempo qualificados são emitidos pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. No Brasil esse carimbo não equivale ao carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil nem à presunção da MP 2.200-2/2001.
Fontes oficiais
Cada regra citada nesta página vem das fontes abaixo. Confira você mesmo em vez de acreditar na palavra da ProofSnap.
- Lei 13.432/2017: exercício da profissão de detetive particular, deveres, vedações e a exigência de contrato escrito com o cliente.
- Lei 13.709/2018, LGPD, art. 7º: bases legais para o tratamento de dados pessoais, incluindo o exercício regular de direitos em processo e o legítimo interesse.
- Lei 12.965/2014, Marco Civil da Internet: guarda e fornecimento de registros de conexão e de acesso a aplicações mediante ordem judicial.
- Código de Processo Penal, arts. 158-A a 158-F: cadeia de custódia do vestígio, dispositivos inseridos pela Lei 13.964/2019.
- STJ, AgRg no HC 828.054/RN: Quinta Turma, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, julgado em 23 de abril de 2024, DJe de 29 de abril de 2024, resumido no Informativo de Jurisprudência n. 811, de 14 de maio de 2024.
- Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil: arts. 369 e 371 sobre meios de prova e apreciação, art. 411 sobre a autenticidade do documento eletrônico e art. 422 sobre as reproduções digitais.
- Regulamento (UE) 910/2014, art. 41: efeitos jurídicos dos selos temporais eletrônicos, versão portuguesa consolidada no EUR-Lex.
- Federal Rules of Evidence 902: regras 902(13) e 902(14) e a exigência de declaração escrita de pessoa qualificada.
- ISO/IEC 27037: diretrizes de identificação, coleta, aquisição e preservação de evidência digital.
- Especificação C2PA: formato das credenciais de conteúdo lidas e gravadas nas imagens.
Perguntas frequentes
A profissão está regulada pela Lei 13.432/2017, que permite a coleta de dados e informações de natureza não criminal, com a ressalva expressa de que o detetive não pode participar de diligências de investigação criminal em curso, salvo quando a autoridade competente assim autorizar, e de que a atuação depende de contrato escrito com o cliente. O tratamento dos dados coletados se submete à LGPD, que reconhece como bases legais o exercício regular de direitos em processo e o legítimo interesse do controlador. Nada disso é dispensado pelo uso de uma ferramenta de preservação: o ProofSnap documenta como o material foi coletado, mas quem responde pela licitude da coleta é o profissional. O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica.
Uma investigação em fontes abertas raramente se resume a uma página. O achado é o percurso: o anúncio leva ao perfil, o perfil leva ao número, o número aparece em um grupo. O modo sessão preserva cada aba efetivamente visitada em uma subpasta própria, com captura, código-fonte, texto, metadados e cadeia de custódia individuais, tudo sob um mesmo identificador. O dossiê passa a demonstrar o caminho percorrido e não apenas o ponto de chegada. Acima de dez abas aparece um aviso, porque a captura de cada aba é serializada e o volume alonga o procedimento.
Fica declarado no próprio documento de cadeia de custódia. Para capturar uma página inteira, o software precisa neutralizar cabeçalhos fixos, banners de cookies, janelas modais, travas de rolagem, animações e listas de recomendação com carregamento infinito. Cada intervenção é registrada como operação própria, com horário e alvo, e todas são desfeitas ao final. Um relatório que declara o que o software alterou na página é mais defensável do que um que apresenta a captura como se a página tivesse sido fotografada intocada.
Ele reúne sinais e os apresenta, sem emitir veredito. A análise lê as credenciais de conteúdo C2PA quando existem, extrai os metadados EXIF, calcula um hash perceptual e pontua indícios heurísticos. O resultado entra no pacote como levantamento de sinais, não como conclusão de que a imagem é sintética. Para um investigador isso costuma ser mais útil do que um rótulo: o relatório mostra que a imagem não trazia metadados de câmera nem credenciais de conteúdo, e a leitura desses indícios fica documentada e conferível.
Sim, nos planos Enterprise e Company. A agência carrega o próprio logotipo, define a cor principal, a razão social, o endereço e o e-mail de contato, e o relatório em PDF sai com essa identidade em vez do cabeçalho padrão do ProofSnap. Os arquivos técnicos e o conteúdo probatório permanecem idênticos, o que é justamente o que permite ao perito da parte contrária conferir o pacote da mesma maneira em qualquer caso.
Sim. Dentro do ZIP vão os scripts verify.sh e verify.ps1, um guia de verificação e a chave pública. Recalcula-se o SHA-256 de cada arquivo, confere-se a assinatura RSA com a chave pública e valida-se o carimbo de tempo, tudo offline e com ferramentas padrão. A ancoragem em Bitcoin é conferida na blockchain pública. Nada nesse procedimento passa por servidor da ProofSnap, e é por isso que o dossiê continua verificável mesmo anos depois.
Sim, porque a captura acontece no navegador do próprio operador e usa a sessão que já está aberta. Um grupo fechado, uma conversa ou uma área restrita são preservados exatamente como o operador os vê. Isso desloca a responsabilidade para o profissional: o acesso precisa ser lícito, e o ProofSnap não contorna autenticação, não quebra proteção e não acessa nada em nome de ninguém. Antes de gerar o pacote, vale conferir se a captura não arrasta identificadores de sessão para dentro do material entregue ao cliente.
O pacote traz uma minuta de certificação nos moldes das regras 902(13) e 902(14) das Federal Rules of Evidence, em inglês, com os dados técnicos já preenchidos e a identificação, a qualificação e a assinatura do declarante deixadas em branco. Quem subscreve assume o compromisso sob as penas do art. 1746 do título 28 do United States Code. O ProofSnap não presta essa declaração no lugar do investigador. Na União Europeia, o carimbo qualificado carrega a presunção do art. 41(2) do Regulamento (UE) 910/2014.
Preserve na hora do achado, não na hora do relatório
A janela em que a fonte ainda está no ar é curta e não volta. Da próxima vez que o perfil aparecer na tela, sele a página antes de escrever qualquer linha sobre ela.