Para detetives particulares, analistas de fontes abertas e equipes de investigação corporativa
Provas para detetives particulares e investigação em fontes abertas
Em 2026, o perfil que sustenta o relatório é apagado na semana seguinte, o anúncio sai do ar assim que a notificação chega e o grupo é dissolvido antes da audiência. O ProofSnap sela as páginas que você captura no seu próprio navegador, com cadeia de custódia registrada, para que o dossiê continue verificável depois que a fonte desaparecer.
Ou nós fazemos por você
Você nos envia um link ou os arquivos. Devolvemos, em até 48 horas, um pacote assinado e com carimbo do tempo, que o cliente do relatório e o juízo conseguem conferir sozinhos.
A exportação de conversa é o arquivo que o próprio aplicativo gera quando você toca em “Exportar conversa”. Nós convertemos esse arquivo em uma transcrição legível, calculamos o hash de cada arquivo e aplicamos um carimbo do tempo ao resultado, de modo que se possa demonstrar que as mensagens não foram editadas depois da certificação.
Em 2026, um detetive particular ou analista de fontes abertas no Brasil preserva um achado selando a página no próprio navegador com o ProofSnap: hash SHA-256, assinatura RSA-4096 e cadeia de custódia; conforme o plano, também ancoragem em Bitcoin e carimbo do tempo qualificado. No modo sessão, preserva também cada aba efetivamente visitada.
A diferença está no que se pode responder na audiência. Um relatório ilustrado com prints obriga o investigador a sustentar de memória quando viu, onde viu e o que exatamente estava na tela. Um dossiê selado responde a essas perguntas sozinho: cada página tem horário sincronizado, endereço registrado, cabeçalhos de resposta do servidor, resolução de DNS conferida em dois resolvedores independentes e um registro forense em que as operações da captura ficam encadeadas por hashes.
A preservação não legitima a coleta. A licitude do acesso continua sendo responsabilidade de quem investiga, dentro dos limites da Lei 13.432/2017 e da LGPD. O que a ferramenta faz é documentar, de forma conferível por terceiros, o que foi coletado e como.
Radim Motycka, fundador e engenheiro principal da ProofSnap · · Conferível de forma independente no Verificador de Confiança
O relatório que não sobrevive ao contraditório
Onde o dossiê cai depois de entregue
O trabalho de campo costuma estar correto. O que não resiste é a forma como o achado foi guardado.
A fonte desaparece antes da audiência
Perfis são excluídos, anúncios saem do ar, publicações são editadas e grupos são dissolvidos. Entre a entrega do relatório e a instrução do processo passam meses, e o endereço citado no dossiê retorna erro 404.
O print sem procedência
A imagem colada no relatório não guarda endereço, horário confiável, cabeçalhos de resposta nem qualquer vínculo com quem a produziu. Perguntado sobre a data, o investigador responde de memória, e a memória não é conferível.
O percurso que ninguém consegue refazer
A conclusão do dossiê depende de uma cadeia de ligações entre páginas. Se cada elo foi guardado como uma imagem solta, o percurso vira narrativa, e narrativa se contesta com outra narrativa.
O custo real. Um achado sólido descartado por falha de preservação não volta: a fonte já foi apagada. O instante em que a página é encontrada é a única janela em que ainda é possível selá-la.
O recurso feito para investigação
Modo sessão: cada elo em sua própria aba
Uma investigação em fontes abertas é uma sequência de ligações. O modo sessão preserva cada aba efetivamente visitada, não apenas o destino.
Ao ativar o modo sessão, o investigador navega normalmente. Cada aba efetivamente visitada recebe o seu próprio conjunto preservado, gravado em uma subpasta identificada: captura de tela, código-fonte da página, texto extraído, metadados, cadeia de custódia e relatório em PDF individuais. Todas as subpastas ficam sob um mesmo identificador de captura e uma cadeia de custódia comum.
O resultado é um dossiê que demonstra o caminho: o anúncio no marketplace, o perfil do vendedor, a página da empresa, o registro de domínio, o grupo público onde o mesmo número aparece. Cada elo com o seu horário e o seu material técnico, na ordem em que foi percorrido.
A captura de cada aba é serializada, porque a interface do navegador limita a frequência das capturas de tela. Acima de dez abas aparece um aviso: não é um limite rígido, é um alerta de que a sessão vai demorar e de que talvez faça mais sentido dividi-la em duas.
Uma cadeia, muitas páginas
O identificador de captura amarra todas as abas. Não são vinte capturas avulsas que alguém depois afirma terem sido feitas na mesma tarde.
Cabeçalhos por aba
Os cabeçalhos de resposta do servidor são capturados por aba, com remoção dos campos de autenticação e de cookies antes de entrarem no pacote.
Relatório por página
Cada aba gera o seu PDF legível, o que permite juntar aos autos apenas o elo relevante sem expor todo o percurso da investigação.
O procedimento em campo
O método em cinco passos
-
1
Preserve antes de analisar
A ordem importa. Analisar primeiro e preservar depois significa preservar o que sobrou. Encontrou, sele. A leitura do material vem em seguida, sobre o pacote já fechado.
-
2
Use o modo sessão para o percurso
Quando o achado depende da ligação entre páginas, ative a sessão desde a primeira aba e abra cada elo em uma aba nova. Reconstruir o percurso depois, com capturas isoladas, nunca fica tão coeso quanto registrá-lo enquanto acontece.
-
3
Grave em vídeo o que tem movimento
Stories, reels, transmissões, feeds com carregamento contínuo e qualquer conteúdo que se comporte de maneira diferente conforme a rolagem ficam mais bem documentados em vídeo. A gravação entra no mesmo pacote e recebe o mesmo tratamento criptográfico.
-
4
Repita a captura em datas diferentes
Quando o objeto do trabalho é um padrão de conduta e não um episódio isolado, capturas repetidas em datas distintas demonstram continuidade. Duas capturas do mesmo perfil com semanas de diferença provam persistência de uma forma que uma só não prova.
-
5
Entregue o relatório e guarde o pacote
Ao cliente vai o relatório em PDF, e o pacote ZIP segue junto ou fica arquivado para ser apresentado em caso de impugnação ou de perícia. Os pacotes se mantêm verificáveis sem depender da ProofSnap, o que importa quando o processo se arrasta por anos.
O painel que o investigador opera
A captura acontece no navegador do próprio operador, com a sessão que já está aberta. Um clique sela a página, calcula o hash de cada arquivo, assina o manifesto e registra a cadeia de custódia, e, no modo sessão, faz isso aba a aba sob um identificador único.
- Modo sessão para preservar o percurso inteiro, não só o achado
- Gravação em vídeo para stories, reels e transmissões, com áudio no Video SnapPack
- Dados do caso e do responsável pela coleta registrados no próprio pacote
- Conferência offline pelo cliente, sem depender da ProofSnap
O que o perito vai ler
O que fica registrado além da imagem
A captura de tela é a parte menos interessante do pacote. O que sustenta o dossiê está em volta dela.
Resolução de DNS com verificação cruzada
O domínio é resolvido em paralelo por dois resolvedores independentes e as respostas são comparadas. Uma divergência entre eles é sinalizada no pacote.
Registro do domínio
A consulta de registro é feita primeiro pelo protocolo estruturado e, na falta dele, pelo formato tradicional. A data de criação do domínio costuma ser decisiva em casos de golpe: um domínio criado há três semanas diz muito sobre a loja que se apresenta como estabelecida há dez anos.
Horário sincronizado por NTP
O horário da captura não vem do relógio do computador, que pode estar errado ou ter sido ajustado. Vem de servidores de tempo consultados no momento, com consenso apurado entre eles.
Cabeçalhos de resposta do servidor
Os cabeçalhos HTTP da resposta são capturados e depurados: campos de autenticação e cookies são removidos antes de entrarem no pacote. Os metadados da página, por outro lado, incluem cookies, dados de armazenamento do navegador e o IP público do operador.
O registro forense encadeado. As operações da captura entram em um registro em que toda entrada carrega o hash da anterior e um hash cumulativo. A sequência começa com um valor aleatório vinculado ao identificador da captura e à versão da extensão, o que impede que um registro de outro caso seja apresentado como sendo deste.
O que o software alterou na página. Cabeçalhos fixos neutralizados, banners e janelas modais removidos, travas de rolagem liberadas e listas de recomendação interrompidas ficam todos declarados como operações próprias no documento de custódia, e são desfeitos ao final. Quando a página é longa demais para caber no limite de dimensão da imagem, o truncamento também é declarado, com o motivo.
Procedência de imagens
Imagens da página, sinais de IA e proveniência
Em investigação de perfil falso e de anúncio fraudulento, a foto costuma ser o elo mais fraco da história contada pelo alvo.
Inventário das imagens
A captura levanta as imagens presentes na página e busca os cabeçalhos de resposta dos arquivos, incluindo data da última modificação e identificador de versão. Uma foto de perfil publicada como recente, mas servida com data de modificação de dois anos atrás, é um achado que o print não registra.
Sinais, não veredito
A análise lê as credenciais de conteúdo C2PA quando existem, extrai os metadados EXIF, calcula um hash perceptual e pontua indícios heurísticos. O resultado entra no pacote como levantamento de sinais e não como afirmação de que a imagem é sintética. Um relatório que diz que a imagem não trazia metadados de câmera nem credenciais de conteúdo é defensável; um que afirma que a imagem foi gerada por inteligência artificial não é.
Credenciais de conteúdo na própria captura
A captura de tela produzida pelo ProofSnap pode ser assinada com credenciais de conteúdo C2PA, de modo que a própria imagem carregue, embutida, a informação sobre a ferramenta e o momento em que foi gerada. Quem receber a imagem solta, fora do pacote, ainda consegue ler a sua procedência.
Os limites da atividade
Detetive particular e LGPD: o que a ferramenta não resolve
Preservar bem não torna lícita uma coleta ilícita. Vale separar as duas coisas com clareza.
A profissão e os seus limites
A Lei 13.432/2017 regula a profissão de detetive particular, que coleta dados e informações de natureza não criminal para esclarecer assuntos de interesse privado do contratante. O detetive pode colaborar com investigação policial em curso se o contratante autorizar e o delegado aceitar, mas não pode participar diretamente de diligências policiais nem divulgar os meios e os resultados da coleta, salvo em defesa própria. Ao final, entrega ao contratante um relatório circunstanciado com os procedimentos técnicos adotados.
Dados pessoais
A coleta em fontes abertas continua sendo tratamento de dados pessoais e se submete à LGPD. O exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral e o legítimo interesse do controlador estão entre as bases legais previstas no art. 7º da LGPD, cada uma com os seus próprios requisitos e limites. O fato de o dado ser público não dispensa a base legal.
Registros do provedor
Identificar quem está por trás de um perfil raramente se resolve em fontes abertas. Os registros de conexão e de acesso a aplicações são obtidos junto ao provedor mediante ordem judicial, nos termos do Marco Civil da Internet. A preservação do conteúdo público serve para instruir esse pedido, demonstrando ao juízo o que existe e onde.
Uso criminal do material
Quando o dossiê acaba instruindo notícia-crime ou inquérito, a disciplina da cadeia de custódia do vestígio está no Código de Processo Penal. O registro forense do pacote segue a mesma lógica de rastreabilidade, mas a coleta oficial do vestígio cabe, preferencialmente, ao perito oficial, não ao particular.
Jurisprudência
O que o STJ já decidiu sobre print e cadeia de custódia
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça já decidiu que o que sustenta a prova digital é a metodologia da coleta.
No AgRg no HC 828.054/RN, de relatoria do Ministro Joel Ilan Paciornik e julgado por unanimidade pela Quinta Turma em 23 de abril de 2024 (DJe de 29 de abril de 2024), o Superior Tribunal de Justiça resumiu o julgado nestes termos, publicados no Informativo de Jurisprudência n. 811, de 14 de maio de 2024:
“Apreensão de celular. Extração de dados. Captura de telas. Quebra da cadeia de custódia. Inadmissibilidade da prova digital.”
A ausência de procedimentos que garantam a idoneidade e a integridade dos dados extraídos acarreta a quebra da cadeia de custódia e a inadmissibilidade da prova digital. Convém delimitar o alcance do precedente: o caso trata de aparelho celular apreendido em investigação criminal, não de coleta em fontes abertas por profissional privado. O que se aproveita dele é o critério: procedimentos documentados que garantam a integridade dos dados.
O que isso significa para quem investiga. O que sustenta a prova digital é a metodologia documentada, não a imagem. Um dossiê em que cada operação está registrada, com horário sincronizado, hashes encadeados e um procedimento que qualquer perito consegue repetir, leva a discussão para o terreno da conferência técnica, em que ou os hashes batem, ou não batem.
O cliente e a parte contrária conferem sem depender dos nossos servidores
Um dossiê que só a fornecedora da ferramenta consegue confirmar tem o mesmo problema do print: depende de acreditar em alguém.
Conferência offline
Os scripts verify.sh e verify.ps1 acompanham o pacote, junto com um guia e a chave pública. Recalculam-se os hashes SHA-256, confere-se a assinatura RSA-4096 e valida-se o carimbo do tempo qualificado, quando houver, com base no certificado raiz da autoridade incluído no pacote, tudo com ferramentas padrão de linha de comando.
Duas datas independentes
A partir do plano Professional, a ancoragem em Bitcoin via OpenTimestamps é conferida na blockchain pública. Ela mostra que o pacote já existia, no mais tardar, naquele momento; nos planos com eIDAS, a ancoragem e o carimbo qualificado formam duas fontes independentes para a data. Para uma conferência rápida, o Verificador de Confiança roda no navegador, é gratuito e não exige conta.
Tipos de caso
Todos com a mesma característica: a fonte está sob controle de quem tem interesse em removê-la.
Perfis falsos e usurpação de identidade
Perfis que se passam por executivos, marcas ou profissionais. Preservar o perfil, as publicações e a rede de contatos antes da denúncia à plataforma, porque a remoção apaga também a prova.
Fraude em seguros
Publicações incompatíveis com a incapacidade alegada. O perfil é fechado no dia em que o segurado percebe que está sendo acompanhado, e o vídeo com carregamento contínuo exige gravação, não imagem estática.
Due diligence de contrapartes
Verificação de fornecedor, sócio ou parceiro antes da contratação. O registro do domínio, a idade do site e a consistência dos dados societários entram no relatório com data conferível.
Concorrência desleal
Publicidade comparativa enganosa, cópia de material, aliciamento de equipe por mensagem. A publicação é retirada assim que a notificação extrajudicial é recebida.
Localização de bens
Anúncios de venda, publicações com veículos e imóveis, perfis comerciais. Material para instruir pedido de penhora ou de arresto, com data demonstrável de quando estava publicado.
Golpes e comércio ilícito
Lojas falsas, anúncios de emprego fraudulentos, grupos de venda de produto irregular. O percurso do anúncio ao canal de contato é o que demonstra a operação, e é para isso que serve o modo sessão.
Higiene operacional antes de entregar o pacote
Três verificações que separam um dossiê profissional de um problema para o cliente.
Confira o que a captura arrastou junto
Capturas de páginas que exigem login trazem para o pacote elementos da sessão do operador. Os cabeçalhos de autenticação e de cookies são removidos, mas os metadados da página incluem cookies, dados de armazenamento do navegador e o IP público do operador, e a página em si pode exibir o nome da conta usada. Abra o pacote e confira antes de enviar.
Separe o percurso do achado
Uma sessão de vinte abas documenta o método da agência, incluindo fontes que talvez não interessem ao cliente e que ele não precisa receber. Como cada aba gera o seu PDF, dá para juntar apenas os elos relevantes e manter o restante arquivado.
Guarde o ZIP, entregue o PDF
O relatório em PDF é o documento de trabalho. O pacote ZIP é a prova técnica e só precisa ser apresentado em caso de impugnação ou de perícia. Manter os dois separados evita que o material técnico circule desnecessariamente.
Preços para agências e investigadores
Todos os valores são cobrados em dólares americanos. As quantias em reais são aproximadas, convertidas à cotação de R$ 5,22 por dólar em 18 de agosto de 2026. A conversão efetiva é feita pelo emissor do cartão.
Um caso pontual
US$ 4,99 pagamento único
aprox. R$ 26 por 10 capturas
O SnapPack é a compra única de um número fixo de capturas, paga com cartão como qualquer outra compra. Não é assinatura, não renova automaticamente e não envolve período de teste. Serve para testar o método em um caso antes de padronizar o procedimento da agência.
Comprar o SnapPackUso recorrente
US$ 16,99 por mês
aprox. R$ 89 por mês, ou US$ 160 por ano (aprox. R$ 835)
O Professional atende quem preserva fontes abertas com regularidade e usa o modo sessão como rotina. Na cobrança anual, a economia é de cerca de 21%. O período de teste de 7 dias exige cartão de crédito no cadastro; se a assinatura for cancelada dentro dos 7 dias, nada é cobrado. Abaixo dele fica o Essential, a US$ 8,99 por mês (aprox. R$ 47) ou US$ 80 por ano (aprox. R$ 418).
Iniciar o teste de 7 diasCarimbo qualificado e marca da agência
US$ 28,99 por mês
aprox. R$ 151 por mês, ou US$ 280 por ano (aprox. R$ 1.462)
O Enterprise acrescenta o carimbo do tempo qualificado e coloca o logotipo, o nome, o endereço e a cor da agência no relatório. O Company é a variante para equipes, com cobrança por usuário e sem limite de integrantes. Ambos entregam 15 arquivos no pacote.
Ver o EnterpriseCréditos avulsos, quando a demanda é irregular. O eIDAS SnapPack custa US$ 6,99 (aprox. R$ 36) por carimbo avulso, e 10 unidades saem por US$ 49,99 (aprox. R$ 261). O Video SnapPack custa US$ 24,99 (aprox. R$ 130) por vídeo, e 10 unidades saem por US$ 169,99 (aprox. R$ 887). Os créditos avulsos valem 12 meses a partir da compra.
Quando o alvo não pode perceber um acesso vindo da agência, a equipe da ProofSnap preserva o endereço informado, por meio do serviço de captura de provas, a partir de US$ 44,99 (aprox. R$ 235) por endereço, com entrega em 48 horas. Dúvidas: support@getproofsnap.com.
Pagamento recusado? Ative as compras internacionais no app do seu banco (em geral em Cartões → Compras internacionais). O IOF de 3,5% é cobrado pelo banco emissor.
Cartão brasileiro: o que esperar na cobrança internacional
O pagamento do ProofSnap é processado pela Stripe, com cobrança em dólar. Para agências brasileiras, isso traz três pontos que convém conhecer antes:
1. IOF de 3,5% sobre cartão de crédito internacional. Sobre toda compra em moeda estrangeira no Brasil incide o IOF de 3,5%, cobrado automaticamente na fatura pelo banco emissor, não pela ProofSnap. Cada banco ainda aplica o próprio spread cambial, de modo que o valor final em reais fica acima da cotação comercial do dia.
2. Compras internacionais costumam vir bloqueadas. Muitos bancos desativam compras internacionais online na configuração inicial. Solução: abra o app do banco → Configurações do cartão → ative “Compras internacionais” e “Compras por internet” (em alguns bancos são duas opções separadas). Depois, tente novamente.
3. Cartão de débito pode não funcionar. Cartões de débito nacionais costumam ser recusados em compras internacionais. Use cartão de crédito habilitado para uso internacional.
Dica para reduzir o IOF: o SnapPack (US$ 4,99, aprox. R$ 26) é cobrança única, então o IOF incide uma só vez. Nas assinaturas, o IOF incide a cada cobrança. Se o uso da agência é esporádico, um SnapPack sai mais barato do que um mês do plano Essential.
Pix internacional e boleto ainda não estão disponíveis como formas diretas de pagamento. Para agências interessadas em faturamento em reais por meio de parceiro local, escreva para support@getproofsnap.com.
O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica. Os carimbos do tempo qualificados são emitidos pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE.
Perguntas frequentes
Sim, dentro dos limites da profissão. A lei que regula a atividade permite ao detetive particular coletar dados e informações de natureza não criminal para esclarecer assuntos de interesse privado do contratante, e proíbe que ele participe diretamente de diligências policiais ou divulgue os meios e os resultados da coleta, salvo em defesa própria. O tratamento dos dados coletados se submete à LGPD, que prevê entre as bases legais o exercício regular de direitos em processo e o legítimo interesse do controlador. O ProofSnap documenta como o material foi coletado, mas quem responde pela licitude da coleta é o profissional.
Uma investigação em fontes abertas raramente se resume a uma página. O achado é o percurso: o anúncio leva ao perfil, o perfil leva ao número, o número aparece em um grupo. O modo sessão preserva cada aba efetivamente visitada em uma subpasta própria, com captura, código-fonte, texto, metadados e cadeia de custódia individuais, tudo sob um mesmo identificador. O dossiê passa a demonstrar o caminho percorrido e não apenas o ponto de chegada. Acima de dez abas aparece um aviso, porque a captura de cada aba é serializada e o volume alonga o procedimento.
Fica declarado no próprio documento de cadeia de custódia. Para capturar uma página inteira, o software precisa neutralizar cabeçalhos fixos, banners de cookies, janelas modais, travas de rolagem e listas de recomendação com carregamento infinito. Cada tipo de intervenção é registrado como operação própria, com horário e contagem, e todas são desfeitas ao final. Um relatório que declara o que o software alterou na página é mais defensável do que um que apresenta a captura como se a página tivesse sido fotografada intocada.
Ele reúne sinais e os apresenta, sem emitir veredito. A análise lê as credenciais de conteúdo C2PA quando existem, extrai os metadados EXIF, calcula um hash perceptual e pontua indícios heurísticos. O resultado entra no pacote como levantamento de sinais, não como conclusão de que a imagem é sintética. Para um investigador, isso costuma ser mais útil do que um rótulo: o relatório mostra que a imagem não trazia metadados de câmera nem credenciais de conteúdo, e a leitura desses indícios fica documentada e conferível.
Sim, nos planos Enterprise e Company e para quem comprou um eIDAS SnapPack ou Video SnapPack. A agência envia o próprio logotipo, define a cor principal e informa a razão social, o endereço e o e-mail de contato, e o relatório em PDF sai com essa identidade em vez do cabeçalho padrão do ProofSnap. Os arquivos técnicos e o conteúdo probatório permanecem idênticos, e é justamente isso que permite ao assistente técnico da parte contrária conferir o pacote da mesma maneira em qualquer caso.
Sim. Dentro do ZIP vão os scripts verify.sh e verify.ps1, um guia de verificação e a chave pública. Recalcula-se o SHA-256 de cada arquivo, confere-se a assinatura RSA com a chave pública e valida-se o carimbo do tempo qualificado, quando houver, com ferramentas padrão. A ancoragem em Bitcoin, quando incluída, é conferida na blockchain pública. Nada nesse procedimento passa por servidor da ProofSnap, e é por isso que o dossiê continua verificável mesmo anos depois.
Sim, porque a captura acontece no navegador do próprio operador e usa a sessão que já está aberta. Um grupo fechado, uma conversa ou uma área restrita são preservados como o operador os vê. Isso desloca a responsabilidade para o profissional: o acesso precisa ser lícito, e o ProofSnap não contorna autenticação, não quebra proteção e não acessa nada em nome de ninguém. Antes de entregar o pacote, vale conferir se a captura não arrasta identificadores de sessão para dentro do material entregue ao cliente.
A partir do plano Professional, o pacote traz um modelo de declaração em inglês, nos moldes das Federal Rules of Evidence, com os dados técnicos já preenchidos e a identificação, a qualificação e a assinatura do declarante em branco. Quem assina é o investigador, sob a própria responsabilidade; o ProofSnap não presta essa declaração no lugar dele. Na União Europeia, o carimbo qualificado goza da presunção de exatidão da data e da hora e da integridade dos dados prevista no art. 41.º, n.º 2, do Regulamento (UE) n.º 910/2014.
Preserve na hora do achado, não na hora do relatório
A janela em que a fonte ainda está no ar é curta e não volta. Da próxima vez que o perfil aparecer na tela, sele a página antes de escrever qualquer linha sobre ela.