Para inquilinos e proprietários no Brasil
Entregou as chaves e a caução não voltou? Preserve a prova antes que a conversa suma.
A imobiliária desconta pintura completa, troca de piso e taxa de limpeza. Você lembra que aquelas marcas já estavam no laudo de entrada, e que as fotos do anúncio mostravam a parede do jeito que você devolveu. Só que o anúncio some do ar, o chat do portal é encerrado quando o contrato encerra e a conversa vira palavra contra palavra.
O ProofSnap sela no seu navegador o que ainda está no ar: o anúncio original com as fotos, a conversa com a imobiliária, os e-mails e o laudo de vistoria em PDF. Cada arquivo recebe hash SHA-256, o manifesto é assinado, a cadeia de custódia é registrada no padrão ISO/IEC 27037 e o pacote ganha carimbo de tempo. Prova admissível como reprodução digital nos termos dos arts. 369, 371 e 422 do CPC.
Pagamento em dólar pela Stripe. O SnapPack é compra única, sem assinatura. O teste de 7 dias das assinaturas exige cartão de crédito no cadastro.
41 segundos por captura · Por uso a partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26) · Conferível por qualquer perito, offline
Imobiliária Central
Atendimento locação
Terça-feira
Entreguei as chaves no dia 30. Quando sai a devolução da caução?
09:12
Vamos reter o valor integral. Serão descontadas a pintura completa e a troca do piso da sala.
09:40
As marcas do piso já constavam do laudo de vistoria de entrada, item 4.
09:52
Podem me enviar o laudo de saída assinado e os orçamentos?
Qui 14:20
sem resposta desde então
Exemplo ilustrativo. O ProofSnap sela o que está aberto na tela do navegador, com data e integridade conferíveis por qualquer perito.
Em 2026, o inquilino que não recebe a caução de volta precisa demonstrar o estado do imóvel na saída. O ProofSnap sela o anúncio original, a conversa com a imobiliária e o laudo de vistoria em PDF com hash SHA-256, carimbo de tempo e cadeia de custódia verificável.
A discussão quase nunca é sobre a lei. A Lei do Inquilinato é clara sobre o limite da caução, sobre a poupança e sobre a devolução ao final da locação. O que trava o caso é a prova do estado do imóvel e do que foi combinado. Quem tem o laudo de entrada, as fotos do anúncio e a conversa preservados discute números. Quem tem só a memória discute credibilidade.
Esta página vale nos dois sentidos: para o inquilino que quer a caução de volta e para o proprietário que precisa comprovar um dano real. A ferramenta é a mesma, e o material técnico que ela produz é conferível pelos dois lados.
Radim Motycka, fundador e engenheiro-chefe da ProofSnap · · Conferível de forma independente no Verificador de Confiança
Lei 8.245/1991, Lei do Inquilinato
O que a lei diz sobre a caução
Quatro pontos resolvem a maior parte das dúvidas antes de a discussão sequer começar.
Uma garantia por contrato, e apenas uma
O locador pode exigir uma única modalidade de garantia locatícia, escolhida entre caução, fiança, seguro de fiança locatícia e cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento. Exigir caução e fiador ao mesmo tempo no mesmo contrato contraria a Lei do Inquilinato. Se o seu contrato tiver duas garantias empilhadas, esse é o primeiro ponto a levantar.
Caução em dinheiro: teto de três aluguéis
Quando a garantia escolhida é a caução em dinheiro, ela não pode exceder o equivalente a três meses de aluguel. O valor acima disso não tem amparo na lei, ainda que esteja escrito no contrato e ainda que você tenha assinado.
O dinheiro fica em caderneta de poupança
A caução em dinheiro deve ser depositada em caderneta de poupança, e ao final da locação é devolvida ao locatário com os rendimentos dessa conta. Ou seja, a devolução não é do valor nominal congelado no dia da assinatura: é do valor acrescido do que a poupança rendeu no período. Guarde o comprovante do depósito e o extrato, se tiver acesso a ele.
Devolver o imóvel como recebeu, salvo o desgaste do uso normal
O locatário deve restituir o imóvel no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do uso normal. Essa frase é o eixo de quase toda disputa de caução: o que a administradora chama de dano, o inquilino chama de uso normal, e a decisão acaba dependendo de quem consegue demonstrar o estado do imóvel no início e no fim.
O ponto prático. A lei já está do lado de quem tem prova. Ninguém perde uma disputa de caução por desconhecer o teto de três aluguéis: perde por não conseguir demonstrar o que o imóvel era no dia da entrega das chaves e o que a administradora prometeu por escrito.
O documento que decide o caso
A vistoria de saída e o que o laudo precisa ter
A vistoria de saída não é exigida expressamente pela Lei do Inquilinato, mas é a forma mais segura de documentar o estado do imóvel no momento da devolução.
Descrição escrita, ambiente por ambiente
Cada cômodo com o estado de piso, parede, teto, esquadria, louça, metal, elétrica e hidráulica. Descrições genéricas do tipo “imóvel em bom estado” não servem para nada quando alguém quiser descontar a pintura completa.
Registro visual do que está descrito
O laudo precisa trazer imagens dos pontos citados. Foto sem descrição gera dúvida sobre onde foi tirada, e descrição sem foto gera dúvida sobre a intensidade do que se descreve. Os dois juntos sustentam o documento.
Data e assinatura das duas partes
Um laudo assinado só pela administradora vale muito menos do que um laudo assinado pelas duas partes. Se você não puder assinar concordando, assine com ressalva escrita, apontando ponto a ponto aquilo de que discorda. A recusa pura e simples costuma jogar contra.
Comparação com o laudo de entrada
O laudo de saída sozinho prova o estado final. O que decide a disputa é a diferença entre entrada e saída. Por isso o laudo de entrada, a versão original do anúncio e as fotos publicadas pela imobiliária antes da locação valem tanto.
Se não houve vistoria de saída. Acontece com frequência: as chaves são entregues na portaria ou no balcão e ninguém preenche nada. Nesse cenário, o que sobra é o que foi trocado por escrito com a administradora e o que estava publicado sobre o imóvel. Preserve esse material antes que o chat do portal seja encerrado e o anúncio saia do ar.
Desgaste natural ou dano: onde fica a linha
A lei fala em deteriorações decorrentes do uso normal. A fronteira é apurada caso a caso, mas há um padrão razoavelmente estável na prática.
Tende a ser lido como uso normal
- Marcas de pés de móveis no piso e no carpete
- Furos pequenos de quadro e de prateleira
- Tinta desbotada pelo sol e amarelada pelo tempo
- Rejunte encardido e vedação de silicone ressecada
- Peças de desgaste previsível, como resistência de chuveiro
Tende a ser lido como dano
- Vidro quebrado, porta arrombada, fechadura arrancada
- Furo grande em parede e rasgo em drywall
- Infiltração provocada por vazamento não comunicado
- Obra ou pintura em cor diferente sem autorização escrita
- Itens do imóvel que sumiram, como luminária e espelho
Nenhuma dessas listas é lei. Elas descrevem o que se costuma ver na prática, e servem para você decidir onde vale a pena insistir. A resposta real vem da comparação entre os dois laudos, e por isso o registro do estado inicial é o ativo mais valioso do inquilino.
Sem promessa exagerada
O que o ProofSnap preserva, e o que ele não faz
O ProofSnap preserva o que está aberto na tela. Ele não vai até o apartamento fotografar a parede. Saber essa fronteira evita frustração e evita prometer ao juiz algo que a ferramenta não entrega.
O que ele sela, no navegador, em 41 segundos
- O anúncio original do imóvel, com as fotos que a imobiliária publicou antes da locação
- A conversa com a administradora no chat do portal ou no WhatsApp Web
- A troca de e-mails aberta no webmail, com o corpo da mensagem e a data exibida
- O laudo de vistoria em PDF aberto na tela, de entrada ou de saída
- O painel da administradora com as fotos já enviadas ao sistema dela
- O extrato ou o comprovante de depósito da caução exibido no internet banking
O que ele não faz
- Não fotografa o imóvel. Ele não substitui a vistoria presencial nem o trabalho de quem preenche o laudo.
- Não atesta que a foto retrata o imóvel certo. Ele registra que aquele conteúdo estava naquele endereço naquele instante.
- Não prova autoria. Quem escreveu a mensagem depende de outros elementos do caso.
- Não é assessoria jurídica. É uma ferramenta de prova, e a estratégia continua sendo do advogado.
As fotos do celular entram por outro caminho. Se você fotografou o apartamento no dia da entrega das chaves, esses arquivos são certificados pela certificação de arquivos: cada foto e cada vídeo recebe hash SHA-256, o conjunto é assinado e ganha carimbo de tempo, no mesmo formato de pacote verificável.
O painel que você opera
Um clique sela a página, calcula o hash de cada arquivo, assina o manifesto, ancora em Bitcoin e, nos planos que dão direito a ele, acrescenta o carimbo de tempo qualificado. O pacote tem de 11 a 15 arquivos: 11 no Essential, 12 no Professional e 15 no Enterprise e no Company.
- Página inteira, apenas a área visível ou uma sessão com várias abas
- Gravação em vídeo, para percorrer o álbum de fotos do anúncio
- Relatório em PDF legível, que vai à notificação ou aos autos
- Certificação de arquivos e Verificador de Confiança no mesmo painel
O prazo de devolução: o que é praxe e o que é lei
Este é o ponto em que a internet mais erra, e vale ser exato.
Os 30 dias são prática de mercado, não prazo universal da lei
O prazo de 30 dias corridos após a entrega das chaves é o que se pratica no mercado e o que costuma constar dos contratos de locação. Ele aparece em cobranças, em notificações e em modelos de contrato, mas não é um prazo geral fixado pela Lei do Inquilinato para toda e qualquer devolução de caução. Trate-o como referência de praxe, não como obrigação legal automática.
O que vale é o seu contrato
Procure no contrato a cláusula da garantia locatícia e leia o que ela diz sobre prazo, sobre o que pode ser descontado e sobre a exigência de vistoria. Se houver prazo escrito, é ele que se cobra. Se o contrato for omisso, a devolução é devida assim que encerrada a locação e apurado o que efetivamente pode ser descontado.
Cobre por escrito, e preserve a cobrança
Uma mensagem por escrito pedindo a devolução, o laudo de saída assinado e os orçamentos que justificam cada desconto costuma mudar o tom da conversa. Preserve tanto a sua cobrança quanto a resposta, ou a ausência dela. O silêncio documentado com data é um elemento útil, e ele desaparece quando o chat do portal é encerrado junto com o contrato.
Para o proprietário que precisa comprovar o dano
A mesma ferramenta funciona do outro lado do balcão, e pelo mesmo motivo: reter caução sem prova documentada é o caminho mais curto para devolver tudo com correção e ainda arcar com as custas.
Sele o anúncio antes de alugar
O anúncio publicado com as fotos do imóvel recém-reformado é a fotografia datada do estado inicial. Sele a página no dia da publicação, antes que o anúncio seja editado ou retirado quando o contrato for assinado.
Sele o laudo de entrada em PDF
Abra o laudo assinado no navegador e sele o documento. Assim a versão que você guarda passa a ter hash e carimbo de tempo, e a alegação de que o arquivo foi alterado depois deixa de se sustentar sozinha.
Sele o reconhecimento do inquilino
A mensagem em que o inquilino admite o dano, combina o reparo ou promete pagar vale mais do que dez fotos. Preserve a conversa enquanto ela existe, com a data e o endereço da página onde apareceu.
Sele os orçamentos do reparo
O desconto precisa ser justificado por valor de mercado. Orçamentos recebidos por e-mail, abertos no webmail e selados, sustentam o número descontado e diminuem a chance de o desconto ser contestado depois.
Uma nota honesta. Nada disso substitui a vistoria feita por quem entende de obra. O que a preservação digital faz é impedir que o material que já existe seja contestado por suposta edição posterior, e garantir que ele ainda esteja disponível quando a discussão chegar.
Código de Processo Civil
O que o CPC diz sobre a foto digital e o print
Três dispositivos sustentam o uso do material preservado em uma disputa de caução.
Art. 369: todos os meios lícitos
As partes podem empregar todos os meios legais e moralmente legítimos para provar a verdade dos fatos, ainda que não especificados no Código. A prova digital não precisa de previsão própria para ser admitida.
Art. 371: apreciação livre e motivada
O juiz aprecia a prova constante dos autos e indica na decisão as razões da formação do seu convencimento. Não existe hierarquia legal entre um laudo e um pacote criptográfico verificável: existe o quanto cada um resiste ao exame.
Art. 422, parágrafo primeiro: a foto digital e a autenticação eletrônica
Este é o dispositivo que explica por que um print isolado é frágil e por que o pacote técnico importa quando a outra parte impugna.
As fotografias digitais e as extraídas da rede mundial de computadores fazem prova das imagens que reproduzem, devendo, se impugnadas, ser apresentada a respectiva autenticação eletrônica ou, não sendo possível, realizada perícia.
Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil, art. 422, parágrafo primeiro. Planalto, agosto de 2026.
A leitura prática. Enquanto a outra parte não impugna, o print passa. No instante em que ela impugna, a lei pede a autenticação eletrônica daquilo, ou perícia. O pacote do ProofSnap entrega exatamente esse material: hash SHA-256 de cada arquivo, manifesto assinado, cadeia de custódia registrada e carimbo de tempo independente, conferíveis offline com ferramentas de linha de comando.
Onde essa briga costuma ser resolvida
Disputa de caução raramente vira processo complexo. O caminho normal tem três degraus.
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1
Cobrança por escrito, com o pacote anexado
Uma mensagem objetiva pedindo a devolução da caução com os rendimentos da poupança, o laudo de saída assinado e o orçamento de cada desconto. Anexar o relatório em PDF do pacote muda a percepção do outro lado, porque fica claro que a conversa e o anúncio já estão registrados com data.
-
2
Notificação extrajudicial
Quando a cobrança direta não resolve, a notificação formal fixa o prazo e documenta a recusa. É também o momento em que o outro lado costuma apresentar os documentos que faltavam.
-
3
Juizado Especial Cível
A Lei 9.099/1995 rege os Juizados Especiais Cíveis, para causas de menor complexidade e valor reduzido, admitindo, dentro do limite legal, o ajuizamento sem advogado. É onde boa parte das disputas de caução termina. O que se leva à audiência é o contrato, os dois laudos, os comprovantes e o pacote de prova digital.
O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica. Para o seu caso concreto, consulte um advogado ou a Defensoria Pública.
Carimbo de tempo: o que ele é e o que ele não é no Brasil
Sobre esse ponto é fácil exagerar, então vale dizer com todas as letras o que está sendo oferecido.
Não é carimbo homologado pela ICP-Brasil
O carimbo do ProofSnap segue o padrão internacional RFC 3161 e é emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. Ele não é homologado pela ICP-Brasil e não goza da presunção da MP 2.200-2/2001, que alcança os documentos assinados no âmbito da ICP-Brasil. No processo brasileiro ele funciona como garantia técnica de integridade e de data, apreciada livremente pelo juiz nos termos do art. 371 do CPC.
A ancoragem em Bitcoin não depende de ninguém
Além do carimbo, o pacote é ancorado na blockchain do Bitcoin via OpenTimestamps. Essa ancoragem não depende de prestador de serviços de confiança, de autoridade certificadora nem da própria ProofSnap: qualquer pessoa confere o comprovante contra a blockchain pública. Se a controvérsia for sobre a data, há duas fontes independentes apontando para o mesmo instante.
A parte contrária confere sozinha
Dentro do ZIP vão os scripts verify.sh e verify.ps1, um guia de verificação e a chave pública. Quem quiser recalcula os hashes SHA-256, confere a assinatura contra a chave pública e valida o carimbo de tempo, tudo offline. Nada nesse procedimento passa por servidor da ProofSnap. O mesmo pacote também pode ser conferido no Verificador de Confiança.
Passo a passo, do dia da entrega das chaves
A ordem importa. Preservar vem antes de reclamar, porque a reclamação é o gatilho que faz o conteúdo desaparecer.
-
1
Reúna o que ainda está no ar
Abra o anúncio do imóvel no portal, o chat com a imobiliária, a caixa de e-mail e o painel da administradora. Se o anúncio já saiu do ar, tente o perfil da imobiliária, os anúncios do mesmo imóvel em outros portais e a versão arquivada em serviços de cache.
-
2
Sele cada página com o ProofSnap
Um clique por página. Em cerca de 41 segundos sai o pacote com captura, código-fonte, metadados, cadeia de custódia e o relatório em PDF. Para o álbum de fotos do anúncio, a gravação em vídeo registra a navegação inteira.
-
3
Certifique as fotos que estão no celular
Transfira as fotos e os vídeos do dia da entrega para o computador e passe pela certificação de arquivos. Cada arquivo recebe hash SHA-256 e o conjunto recebe carimbo de tempo, no mesmo formato de pacote verificável.
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4
Cobre por escrito, anexando o relatório
Peça a devolução com os rendimentos da poupança, o laudo de saída assinado e o orçamento de cada desconto. Anexe o relatório em PDF. Guarde o ZIP completo para o caso de a autenticidade ser impugnada.
-
5
Se não resolver, leve ao Juizado
Contrato, laudos, comprovantes e pacote de prova. A audiência deixa de ser sobre quem lembra melhor e passa a ser sobre documentos com data conferível.
Preços
Todos os valores são cobrados em dólares americanos. As quantias em reais são aproximadas, convertidas pela cotação de R$ 5,22 por dólar em 18 de agosto de 2026. A conversão efetiva é feita pelo emissor do cartão.
Um caso pontual
US$ 4,99 pagamento único
aprox. R$ 26 por 10 capturas
O SnapPack é a compra única de um número fixo de capturas, paga com cartão como qualquer outra compra. Não é assinatura, não renova automaticamente e não envolve período de teste. Uma disputa de caução costuma caber inteira aqui: o anúncio, a conversa, os e-mails e o laudo.
Comprar o SnapPackQuem administra vários imóveis
US$ 16,99 por mês
aprox. R$ 89 por mês
O Professional atende proprietários com carteira de imóveis e administradoras pequenas, que preservam material com regularidade, e entrega 12 arquivos no pacote. O período de teste de 7 dias exige cartão de crédito no cadastro; cancelando dentro dos 7 dias, nada é cobrado. Abaixo dele fica o Essential, a US$ 8,99 por mês (aprox. R$ 47), com 11 arquivos.
Iniciar o teste de 7 diasCarimbo qualificado e identidade visual
US$ 28,99 por mês
aprox. R$ 151 por mês
O Enterprise acrescenta o carimbo de tempo qualificado e coloca o logotipo, o nome, o endereço e a cor da empresa no relatório. O Company é a variante para equipes, com administração por usuário e sem limite de integrantes. Ambos entregam 15 arquivos no pacote.
Ver o EnterpriseO eIDAS SnapPack custa a partir de US$ 6,99 (aprox. R$ 36) por carimbo qualificado, e 10 unidades saem por US$ 49,99 (aprox. R$ 261). Os créditos avulsos valem 12 meses a partir da compra. A certificação de fotos e vídeos do celular está na certificação de arquivos, incluída nos mesmos planos.
Pagamento recusado? Ative as compras internacionais no app do seu banco (Itaú, Nubank, Bradesco: Cartões → Compras internacionais → Ativar). O IOF de 3,5% (Decretos 12.466 e 12.467/2025) é cobrado pelo banco emissor. A cobrança é feita em dólar, e os valores em reais são apenas aproximados.
Cartão brasileiro: o que esperar na cobrança internacional
O ProofSnap é processado via Stripe com cobrança em USD. Para quem paga do Brasil, há três pontos que convém saber antes:
1. IOF de 3,5% sobre cartão de crédito internacional. Sobre toda compra em moeda estrangeira no Brasil incide o IOF de 3,5%, cobrado automaticamente na fatura pelo banco emissor, não pela ProofSnap. A alíquota subiu de 3,38% para 3,5% pelos Decretos 12.466/2025 e 12.467/2025. Cada banco ainda aplica o próprio spread cambial, de modo que o valor final em reais fica acima da cotação comercial do dia.
2. Bancos brasileiros bloqueiam compras internacionais por padrão. Nubank, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e outros desativam compras internacionais online na configuração inicial. Solução em 2 minutos: abra o app do banco → Configurações do cartão → ative “Compras internacionais” e “Compras por internet” (em alguns bancos são duas opções separadas). Tente novamente após 5 minutos.
3. Cartão de débito pode não funcionar. Cartões de débito nacionais raramente são aceitos por estabelecimentos internacionais que usam Stripe. Use cartão de crédito (Visa, Mastercard ou Elo habilitado para uso internacional). Nubank Mastercard de crédito e C6 Bank Global Account funcionam nativamente.
Dica para reduzir o IOF: o SnapPack (US$ 4,99, aprox. R$ 26) é cobrança única, então o IOF incide uma só vez. Nas assinaturas recorrentes o IOF incide todo mês. Para uma disputa de caução isolada, o SnapPack costuma sair mais barato do que assinar qualquer plano.
Pix internacional e boleto ainda não estão disponíveis como forma direta de pagamento. Dúvidas por escrito em support@getproofsnap.com.
A ProofSnap não é sociedade de advogados e não presta assessoria jurídica. Os carimbos de tempo qualificados são emitidos pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. No Brasil esse carimbo não equivale ao carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil nem à presunção da MP 2.200-2/2001.
Fontes
Cada regra citada nesta página vem das fontes abaixo. Confira você mesmo em vez de acreditar na palavra da ProofSnap.
- Lei 8.245/1991, Lei do Inquilinato: modalidades de garantia locatícia e a vedação de mais de uma por contrato, o limite de três meses de aluguel para a caução em dinheiro, o depósito em caderneta de poupança com devolução dos rendimentos ao locatário e o dever de restituir o imóvel no estado em que foi recebido, salvo as deteriorações decorrentes do uso normal.
- Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil: art. 369 sobre os meios de prova admitidos, art. 371 sobre a apreciação livre e motivada e art. 422, § 1º, sobre as fotografias digitais e as extraídas da internet e a exigência de autenticação eletrônica quando impugnadas.
- Lei 10.406/2002, Código Civil: regime geral da locação de coisas, obrigações de conservação e restituição e o dever de reparar o dano, aplicáveis de forma subsidiária à locação urbana.
- Lei 9.099/1995, Juizados Especiais Cíveis e Criminais: competência para causas de menor complexidade e valor reduzido, e a possibilidade de ajuizamento sem advogado dentro do limite legal, foro em que boa parte das disputas de caução é resolvida.
Perguntas frequentes
No máximo o equivalente a três meses de aluguel. A Lei 8.245/1991 permite uma única garantia por contrato, escolhida entre caução, fiança, seguro de fiança locatícia e cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento. Quando a caução é em dinheiro, ela fica limitada a três aluguéis e deve ser depositada em caderneta de poupança, sendo devolvida ao locatário ao final da locação com os rendimentos dessa conta. Exigir duas garantias no mesmo contrato contraria a lei.
Não existe um prazo universal fixado na Lei do Inquilinato para a devolução da caução em dinheiro. O prazo de 30 dias corridos após a entrega das chaves é o que se pratica no mercado e o que costuma constar dos contratos, e é por isso que ele aparece nas cobranças e nas notificações. O que vale no seu caso é o que está escrito no contrato. Se o contrato for omisso, a devolução é devida assim que encerrada a locação e apurado o que efetivamente pode ser descontado.
A vistoria de saída não é exigida expressamente pela Lei 8.245/1991, mas é a forma mais segura de documentar o estado do imóvel no momento da devolução. O laudo deve trazer descrição escrita e registro visual de cada ambiente, a data e a assinatura das duas partes. Sem laudo de saída, a discussão passa a depender de fotos avulsas e de memória, e quem alega o dano costuma ter mais dificuldade de comprovar o que existia antes e o que apareceu depois.
Não. O ProofSnap preserva o que está aberto na tela do computador: o anúncio original do imóvel com as fotos publicadas pela imobiliária, a conversa no chat ou no WhatsApp Web, a troca de e-mails, o laudo de vistoria em PDF e as fotos que já foram enviadas ao sistema da administradora. Ele não faz o registro fotográfico do imóvel no lugar de uma vistoria. Para as fotos e os vídeos que estão no seu celular, o caminho é a certificação de arquivos, que calcula o hash de cada arquivo e aplica o carimbo de tempo ao conjunto.
O locatário deve restituir o imóvel no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do uso normal. Marcas de móveis no piso, pequenos furos de quadro, tinta desbotada pelo sol e desgaste de rejunte pelo tempo tendem a ser lidos como uso normal. Vidro quebrado, porta arrombada, mancha de infiltração causada por descuido e furo grande em parede tendem a ser lidos como dano. A fronteira é apurada caso a caso, e é exatamente por isso que o laudo de entrada preservado vale mais do que qualquer argumento.
Serve, mas é frágil. A imagem colada na petição não carrega hora certa, não guarda o endereço consultado nem os cabeçalhos da resposta do servidor, e pode ser editada em qualquer aplicativo gratuito. Pelo art. 422 do CPC, a reprodução digital faz prova enquanto não for impugnada; quando é impugnada, o parágrafo primeiro exige a respectiva autenticação eletrônica ou, não sendo possível, a perícia. O pacote do ProofSnap fornece esse material técnico: hash SHA-256 de cada arquivo, manifesto assinado, cadeia de custódia registrada e carimbo de tempo independente.
A prova mais forte é a comparação entre o laudo de vistoria de entrada e o de saída, ambos com data e assinatura das duas partes. O ProofSnap entra na etapa digital: sela o anúncio original com as fotos publicadas antes da locação, o laudo em PDF aberto no navegador, o painel da administradora com as fotos enviadas e a conversa em que o inquilino reconhece o dano ou combina o reparo. Os orçamentos de reforma recebidos por e-mail também podem ser preservados no mesmo pacote.
Na prática, boa parte dessas disputas vai para o Juizado Especial Cível, regido pela Lei 9.099/1995, que trata de causas de menor complexidade e valor reduzido e admite, dentro do limite legal, o ajuizamento sem advogado. Antes disso, uma notificação extrajudicial acompanhada do pacote de prova costuma resolver, porque o outro lado percebe que o conteúdo e a data já estão registrados. O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica.
Não, e esta página não afirma o contrário. O carimbo segue o padrão internacional RFC 3161 e é emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. Ele não é homologado pela ICP-Brasil e não goza da presunção da MP 2.200-2/2001. No Brasil funciona como garantia técnica de integridade e de data, apreciada livremente pelo juiz nos termos do art. 371 do CPC. A ancoragem em Bitcoin via OpenTimestamps é uma segunda fonte de data, conferível contra a blockchain pública sem depender de ninguém.
A partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26) no SnapPack, que é a compra única de um número fixo de capturas, sem assinatura e sem renovação automática. Quem administra vários imóveis costuma preferir o Professional, a US$ 16,99 por mês (aprox. R$ 89), cujo período de teste de 7 dias exige cartão de crédito no cadastro. O Enterprise, a US$ 28,99 por mês (aprox. R$ 151), acrescenta o carimbo de tempo qualificado e a identidade visual no relatório. A cobrança é feita em dólar pela Stripe e os valores em reais são aproximados.
Preserve antes de reclamar
O anúncio sai do ar, o chat do portal é encerrado com o contrato e o e-mail some na caixa de spam. Selar o que ainda está no ar leva 41 segundos e custa a partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26).