Serviço completo de certificação, entregue em 24 horas
E-mail como prova judicial: o que prova são os cabeçalhos
Você envia o arquivo original da mensagem. Nós devolvemos um pacote certificado com os cabeçalhos completos legíveis, a leitura da assinatura DKIM e dos resultados de SPF e DMARC, cada anexo com o seu hash próprio, manifesto assinado, ancoragem em Bitcoin, carimbo de tempo qualificado e cadeia de custódia. US$ 59,99, aprox. R$ 313, por certificação.
Nunca imprima o e-mail em PDF para juntar aos autos. A impressão descarta exatamente a parte que prova. O que vale é o arquivo original, com os cabeçalhos intactos.
RE: Boleto da parcela final
3 mensagens · de 10 a 14 de abril
Financeiro
10 abr, 08:31
fornecedor@exemplo.com.br
Segue o boleto da parcela final, conforme combinado.
Financeiro
14 abr, 09:12
fornecedor@exemplo.com.br
Mudamos de banco. Use os dados bancários do boleto em anexo.
Compras
14 abr, 15:40
Pagamos na conta nova. Vocês confirmam que o pedido partiu de vocês?
Exemplo ilustrativo. A impressão em PDF descarta exatamente a parte de baixo, que é a que demonstra a origem da mensagem.
Num e-mail usado como prova no Brasil, o que demonstra a origem são os cabeçalhos completos, não o corpo da mensagem. A ProofSnap preserva o arquivo original e entrega em até 24 horas, por US$ 59,99 (aprox. R$ 313), os cabeçalhos legíveis com DKIM, SPF e DMARC, hash de cada anexo e cadeia de custódia.
O erro mais caro é imprimir em PDF. Remetente, assunto, data e texto são exatamente os quatro campos que qualquer pessoa escreve em um editor. A impugnação de um e-mail impresso não exige perícia: exige uma frase. O arquivo original resolve isso porque carrega a assinatura do servidor de origem.
Para conversas de aplicativos de mensagem existem as páginas de WhatsApp, Signal e Telegram. Para páginas da internet, o serviço de captura de provas.
Radim Motycka, fundador e engenheiro-chefe da ProofSnap · · Conferível de forma independente no Verificador de Confiança
A parte invisível da mensagem
O que os cabeçalhos provam e a impressão destrói
Todo e-mail carrega, além do texto que você lê, um bloco técnico que descreve o caminho que a mensagem percorreu. É ali que está a prova.
A sequência de servidores
Cada servidor por onde a mensagem passa acrescenta uma linha com o seu nome, o endereço de rede de quem entregou e o horário. Lidas de baixo para cima, essas linhas reconstroem o trajeto do remetente até a sua caixa de entrada. Forjar essa sequência de forma coerente é bem mais difícil do que trocar um nome em um PDF.
O identificador único da mensagem
Toda mensagem recebe um identificador atribuído pelo servidor de origem, que normalmente contém o domínio remetente. É o número de série da mensagem, e serve para casar a sua cópia com a cópia que estiver nos registros do provedor, caso o juízo determine a exibição.
A assinatura criptográfica do domínio
A assinatura DKIM é aplicada pelo servidor do domínio remetente no momento do envio, com uma chave privada cuja parte pública está publicada no DNS daquele domínio. Quando presente e válida, demonstra que a mensagem saiu daquele domínio e que o conteúdo assinado não mudou. É o elemento mais forte do conjunto, e o primeiro a desaparecer em uma impressão.
Os resultados das verificações de autenticação
O servidor que recebeu a mensagem registra, em um cabeçalho próprio, o resultado das verificações que fez: se o servidor de envio estava autorizado pelo domínio (SPF), se a assinatura conferiu (DKIM) e qual a política do domínio para falhas (DMARC). Esse registro é feito por quem recebeu, não por quem enviou, e é a razão de o arquivo original ter valor.
O limite honesto. Nada disso prova quem digitou a mensagem. Prova que ela saiu de determinado domínio, em determinado momento, com determinado conteúdo. Se a alegação for de que a conta foi invadida ou usada por terceiro, essa é uma questão distinta, apreciada pelo juiz com outros elementos.
Para o perito e para o advogado
4 cabeçalhos que decidem a autenticidade de um e-mail
Se você abrir o arquivo original em um editor de texto, quatro linhas concentram quase todo o valor probatório da mensagem, e são estas, pelo nome com que aparecem no arquivo.
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1. A sequência de servidores (
Received)Cada servidor que manipulou a mensagem acrescenta uma linha
Receivedno topo do bloco, com o seu nome, o endereço de rede de quem entregou e o horário registrado. Lidas de baixo para cima, as linhas reconstroem o trajeto do remetente até a caixa de entrada. Só as linhas acrescentadas por servidores de confiança valem como indício: as de baixo podem ter sido escritas por quem enviou, e é por isso que elas devem ser lidas em conjunto com o item 4. -
2. O identificador único da mensagem (
Message-ID)O servidor de origem atribui a cada mensagem um
Message-ID, que normalmente termina no domínio remetente. É o número de série da mensagem e serve para casar a sua cópia com a cópia guardada nos registros do provedor, se o juízo determinar a exibição. Ele também amarra as respostas e os encaminhamentos da mesma troca, pelos camposIn-Reply-ToeReferences. -
3. A assinatura criptográfica do domínio remetente (
DKIM-Signature)O servidor do domínio remetente assina a mensagem no envio, com uma chave privada cuja parte pública fica publicada no DNS daquele domínio (RFC 6376). Quando a assinatura confere, ela demonstra duas coisas e só duas: que a mensagem saiu daquele domínio e que os campos e o corpo cobertos pela assinatura não mudaram depois. Ela não demonstra quem escreveu a mensagem, nem que a pessoa indicada como remetente estava no comando da conta. Essa é a linha que desaparece primeiro em uma impressão.
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4. O resultado das verificações registrado por quem recebeu (
Authentication-Results)O servidor que recebeu a mensagem grava o resultado dos três testes que fez: se o servidor de envio estava autorizado pelo domínio a enviar por ele (SPF, RFC 7208), se a assinatura do item 3 conferiu (DKIM, RFC 6376) e como o domínio manda tratar as falhas, com alinhamento entre o domínio assinante e o domínio do remetente visível (DMARC, RFC 7489). O peso desse cabeçalho vem de ele ser escrito por quem recebeu, e não por quem enviou, o que é exatamente a razão de o arquivo original ter valor e a impressão não ter.
Os quatro cabeçalhos entram no pacote em duas formas: transcritos no PDF legível, para o juiz e para a parte contrária lerem sem ferramenta nenhuma, e intactos dentro do arquivo original preservado, para o perito refazer a verificação por conta própria.
O passo que decide tudo
Como baixar o arquivo original da mensagem
Leva menos de um minuto e é a diferença entre um documento contestável e um pacote defensável.
Gmail
Abra a mensagem, clique nos três pontos ao lado de responder e escolha Mostrar original. Na tela que abre, clique em Fazer o download da mensagem original. O arquivo salvo tem extensão .eml.
Outlook para computador
Abra a mensagem em uma janela própria, com um duplo clique, e use Arquivo, depois Salvar como, escolhendo o formato .msg ou .eml. Os dois servem.
Apple Mail
Arraste a mensagem da lista diretamente para uma pasta do computador. O arquivo gerado tem extensão .eml e preserva os cabeçalhos.
Se você só tem o e-mail no celular. Os aplicativos de e-mail no celular em geral não exportam o arquivo original. Abra a mesma conta pelo navegador, no computador, e baixe de lá.
Se a conta corporativa já foi desativada. O acesso passa a depender do administrador do domínio ou de ordem judicial de exibição. Preserve o que você ainda tem, porque isso instrui o pedido, e escreva para nós descrevendo a situação.
Vários e-mails da mesma disputa? Envie todos na mesma certificação. Uma troca de mensagens costuma provar mais do que uma mensagem isolada, porque demonstra a sequência e o contexto, e o pacote registra cada mensagem com o seu próprio hash sob uma cadeia de custódia comum.
O que você recebe
Os documentos legíveis
- mensagemPDF com o corpo do e-mail e todos os cabeçalhos completos
- autenticaçãoa leitura documentada de DKIM, SPF e DMARC como constam da mensagem
- relatórioo documento que descreve o material, o método e os resultados
A fonte preservada
- arquivo originalo .eml ou .msg intacto, como você o enviou
- anexosextraídos, cada um com o seu próprio hash SHA-256
- a troca inteiraquando você envia várias mensagens, cada uma com o seu hash
A camada criptográfica
- manifest.jsono hash SHA-256 de cada arquivo do pacote
- manifest.siga assinatura RSA-4096 do manifesto
- manifest.json.otsa ancoragem na blockchain do Bitcoin
- manifest.json.tsro carimbo de tempo qualificado
O rastro e a conferência
- cadeia de custódiao registro de cada operação, na ordem em que aconteceu
- declaração do titulara peça em que você declara a origem do material
- verify.sh e verify.ps1os scripts de conferência, com guia e chave pública
O ponto que mais importa em uma impugnação: o arquivo original fica dentro do pacote. Se a parte contrária contestar a autenticidade, o perito nomeado pelo juízo trabalha diretamente sobre a fonte, refazendo a verificação da assinatura DKIM com a chave publicada no DNS do domínio. Uma certificação que entregasse apenas o PDF final deixaria essa porta fechada.
Onde a certificação de e-mail costuma decidir o caso
Contratos e acordos por e-mail
Condições combinadas por escrito, alterações de escopo, aceites e prazos. A discussão sobre o que foi acertado se resolve quando a mensagem original demonstra o que foi enviado e por quem.
Relações de trabalho
Comunicados internos, ordens, advertências e mensagens que sustentam alegação de assédio. O acesso à caixa corporativa costuma acabar no dia do desligamento, o que faz da preservação uma corrida contra o relógio.
Notificações e prazos
Quando o cumprimento de um prazo depende do envio de uma comunicação, o horário registrado nos cabeçalhos e o carimbo de tempo do pacote demonstram o momento com precisão.
Golpe do boleto e desvio de pagamento
A mensagem que alterou os dados bancários no meio de uma negociação. Os cabeçalhos mostram se ela saiu mesmo do domínio do fornecedor ou de um domínio parecido, e isso costuma definir quem suporta o prejuízo.
Consumidor e fornecedor
Confirmações de pedido, condições de garantia e promessas feitas pelo atendimento. O fornecedor está vinculado à oferta veiculada (art. 30 do CDC), e o e-mail é o registro dela.
Ofensa e dano moral
Mensagens ofensivas enviadas diretamente ou com cópia para terceiros. A demonstração da origem e do rol de destinatários é parte central do pedido de reparação.
Preço
Pagamento único, sem assinatura e sem renovação automática. É necessário cartão no checkout. Valor cobrado em dólares americanos; a quantia em reais é aproximada, pela cotação de R$ 5,22 por dólar em 18 de agosto de 2026.
Certificação de e-mail como prova
Uma mensagem ou a troca inteira da mesma disputa · entregue em 24 horas
aprox. R$ 313, mais o IOF de 3,5% cobrado pelo banco emissor
- PDF legível com o corpo da mensagem e os cabeçalhos completos
- Leitura documentada de DKIM, SPF e DMARC
- Arquivo original e anexos preservados, cada um com o seu hash
- Carimbo de tempo qualificado e ancoragem em Bitcoin
- Cadeia de custódia e declaração do titular
Pagamento recusado? Ative as compras internacionais no app do seu banco (Itaú, Nubank, Bradesco: Cartões → Compras internacionais → Ativar). O IOF de 3,5% (Decretos 12.466 e 12.467/2025) é cobrado pelo banco emissor. A cobrança é feita em dólar, e os valores em reais são apenas aproximados.
Cartão brasileiro: o que esperar na cobrança internacional
O pagamento é processado pela Stripe, com cobrança em USD. Para quem paga do Brasil, há três pontos que convém conhecer antes:
1. IOF de 3,5% sobre cartão de crédito internacional. Sobre toda compra em moeda estrangeira no Brasil incide o IOF de 3,5%, cobrado automaticamente na fatura pelo banco emissor, não pela ProofSnap. A alíquota subiu de 3,38% para 3,5% pelos Decretos 12.466/2025 e 12.467/2025. Cada banco ainda aplica o próprio spread cambial, de modo que o valor final em reais fica acima da cotação comercial do dia.
2. Bancos brasileiros bloqueiam compras internacionais por padrão. Nubank, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e outros desativam compras internacionais online na configuração inicial. Solução em 2 minutos: abra o app do banco → Configurações do cartão → ative “Compras internacionais” e “Compras por internet” (em alguns bancos são duas opções separadas). Tente novamente após 5 minutos.
3. Cartão de débito pode não funcionar. Cartões de débito nacionais raramente são aceitos por estabelecimentos internacionais que usam Stripe. Use cartão de crédito (Visa, Mastercard ou Elo habilitado para uso internacional). Nubank Mastercard de crédito e C6 Bank Global Account funcionam nativamente.
Pix internacional e boleto ainda não estão disponíveis como forma direta de pagamento. Para escritórios interessados em faturamento em BRL por meio de parceiro local, escreva para support@getproofsnap.com.
O pagamento é processado pela Stripe. Se não conseguirmos processar os seus arquivos, ajudamos você a produzir uma exportação utilizável ou concedemos um crédito integral. Os carimbos de tempo qualificados são emitidos pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. No Brasil esse carimbo não equivale ao carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil nem à presunção da MP 2.200-2/2001.
Perguntas frequentes
Vale pouco, e o motivo é técnico. A impressão mostra remetente, assunto, data e corpo da mensagem, que são exatamente os campos que qualquer pessoa consegue escrever em um editor de texto. O que prova a origem de uma mensagem são os cabeçalhos completos, que a impressão descarta: a sequência de servidores por onde ela passou, o identificador único da mensagem, a assinatura criptográfica do domínio remetente e os resultados das verificações de autenticação. Sem isso, a impugnação da parte contrária é trivial. As reproduções digitais fazem prova se não impugnadas de forma específica (art. 422, §1º, do CPC), e essa impugnação, num e-mail impresso, é fácil de sustentar.
DKIM é uma assinatura criptográfica que o servidor do domínio remetente aplica à mensagem no momento do envio, usando uma chave privada cuja parte pública fica publicada no DNS daquele domínio. Quando ela está presente e válida, demonstra que a mensagem saiu mesmo daquele domínio e que o conteúdo assinado não foi alterado depois. É a diferença entre alegar que a empresa mandou aquele e-mail e conseguir demonstrar tecnicamente que o servidor dela assinou a mensagem. A assinatura só sobrevive no arquivo original: em uma impressão ou em uma cópia colada em documento, ela desaparece.
No Gmail, abra a mensagem, clique nos três pontos ao lado de responder e escolha Mostrar original; na tela que abre, clique em Fazer o download da mensagem original, o que salva um arquivo .eml. No Outlook para computador, abra a mensagem em uma janela própria e use Arquivo, depois Salvar como, escolhendo .msg ou .eml. No Apple Mail, basta arrastar a mensagem da lista para uma pasta do computador, o que gera um arquivo .eml. Em caso de dúvida sobre o seu programa de e-mail, escreva antes de pagar e orientamos o caminho.
As duas coisas, com limites claros. Preservamos o arquivo original intacto e produzimos um documento legível com os cabeçalhos completos, registrando a leitura da assinatura DKIM e dos resultados de SPF e DMARC tais como constam da mensagem. Isso é uma leitura documentada do que a própria mensagem carrega, não um laudo pericial nem uma conclusão sobre a autoria. Se a controvérsia exigir uma opinião técnica formal, o caminho é a perícia, e o pacote que entregamos serve de base para ela.
Sim. Cada anexo é extraído e recebe o seu próprio hash SHA-256, listado no manifesto ao lado do hash da mensagem inteira. Isso importa quando a disputa é sobre o conteúdo de um contrato, de uma nota ou de uma planilha que circulou por e-mail: o pacote demonstra que aquele arquivo específico estava anexado àquela mensagem específica, e que nenhum dos dois mudou desde a selagem.
Os aplicativos de e-mail no celular em geral não exportam o arquivo original. O caminho é abrir a mesma conta pelo navegador, no computador, e baixar de lá. Com Gmail e com a maioria dos provedores isso resolve. Se a conta for corporativa e o acesso tiver sido cortado, o caminho passa pelo administrador do domínio ou por ordem judicial de exibição, e nesse caso o pacote continua útil para instruir o pedido, preservando o que você ainda tem.
O pacote é construído para a admissibilidade: hash SHA-256, manifesto assinado, cadeia de custódia e declaração do titular. As mensagens eletrônicas são meios lícitos de prova (art. 369 do CPC) e o juiz as aprecia de forma livre e motivada (art. 371 do CPC); as reproduções digitais fazem prova se não impugnadas (art. 422, §1º, do CPC). Nosso carimbo de tempo segue o padrão RFC 3161 e é emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE: é garantia técnica de integridade e de data, mas não é carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil nem goza da presunção da MP 2.200-2/2001. A admissibilidade e a força probatória são decididas pelo juiz.
Pague o valor único de US$ 59,99 (aprox. R$ 313). Logo após o pagamento aparece uma página de envio segura onde você nos manda os arquivos, assim nada sensível trafega por e-mail. O pacote certificado é entregue em até 24 horas. Se não conseguirmos processar os seus arquivos, ajudamos você a produzir uma exportação utilizável ou concedemos um crédito integral para uma certificação futura. A cobrança é feita em dólares americanos e o banco emissor acrescenta o IOF de 3,5% sobre compras internacionais.
O que a lei diz, na letra
“As fotografias digitais e as extraídas da rede mundial de computadores fazem prova das imagens que reproduzem, devendo, se impugnadas, ser apresentada a respectiva autenticação eletrônica ou, não sendo possível, realizada perícia.”
Art. 422, §1º, do Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015), texto oficial no Planalto, consultado em agosto de 2026. É exatamente essa “respectiva autenticação eletrônica” que o pacote entrega pronta: hash SHA-256 de cada arquivo, manifesto assinado, carimbo de tempo e cadeia de custódia conferíveis offline.
Fontes
Cada regra jurídica e cada norma técnica citadas nesta página vêm das fontes abaixo. Confira você mesmo em vez de acreditar na palavra da ProofSnap.
- Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil: art. 369 sobre os meios lícitos de prova, art. 371 sobre a apreciação livre e motivada, art. 411 sobre a autenticidade do documento eletrônico e art. 422 sobre as reproduções digitais e a impugnação da sua exatidão.
- Medida Provisória 2.200-2/2001: institui a ICP-Brasil e delimita a presunção de veracidade dos documentos eletrônicos assinados no seu âmbito, presunção que o carimbo de tempo RFC 3161 desta página não invoca.
- RFC 6376, DomainKeys Identified Mail (DKIM): define o cabeçalho DKIM-Signature, a publicação da chave pública no DNS e o que a assinatura cobre, ou seja, o domínio de origem e a integridade do conteúdo assinado, não a autoria da mensagem.
- RFC 7208, Sender Policy Framework (SPF): define como um domínio publica quais servidores estão autorizados a enviar em seu nome e como o receptor registra o resultado da verificação.
- RFC 7489, DMARC: define o alinhamento entre o domínio que assina e o domínio do remetente visível, e a política que o domínio publica para as mensagens que falham nessa verificação.
- Lei 8.078/1990, Código de Defesa do Consumidor, art. 30: vinculação do fornecedor à oferta e à publicidade veiculadas, inclusive quando a oferta chega por e-mail.
O mesmo motor forense, nas suas mãos
Prefere preservar você mesmo?
A certificação do e-mail é feita por nós, a partir do arquivo original que você envia. Para páginas da web, anúncios e perfis ligados ao mesmo caso, a extensão ProofSnap para Chrome e Edge sela a página no seu próprio navegador.
Para o que não é e-mail
- Páginas de pagamento, anúncios e perfis do mesmo golpe
- Conteúdo atrás de login, preservado com a sua própria sessão
- O mesmo hash SHA-256, manifesto assinado e cadeia de custódia
- Verificador de Confiança gratuito para conferir qualquer pacote
Baixe o original enquanto ainda tem acesso
Contas corporativas são desativadas no dia do desligamento e caixas de entrada são limpas em migrações. O arquivo original é o que prova, e ele só existe enquanto a conta existir.