Para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos no Brasil
Provas para advogados: preservação de páginas da web e de redes sociais
A publicação decisiva, o anúncio impugnado e a tabela de preços alterada estão em poder da parte contrária ou de uma plataforma que pode remover o conteúdo amanhã. O ProofSnap sela a página no navegador do próprio cliente ou do escritório e entrega um pacote verificável, para que a discussão volte a ser sobre o mérito e não sobre a autenticidade do documento.
Ou nós fazemos por você
Você nos envia um link ou os arquivos. Devolvemos, em até 24 horas, um pacote assinado e com carimbo de tempo, que o juízo e a parte contrária conseguem conferir sozinhos.
A exportação de conversa é o arquivo que o próprio aplicativo gera quando você toca em Exportar conversa. Nós convertemos esse arquivo em uma transcrição legível, calculamos o hash de cada arquivo e aplicamos um carimbo de tempo ao resultado, de modo que a outra parte não possa alegar que as mensagens foram editadas.
Em 2026, um escritório de advocacia no Brasil preserva uma prova da internet selando a página com o ProofSnap: em 41 segundos o pacote reúne captura, código-fonte, metadados e cadeia de custódia, com hash SHA-256, assinatura RSA-4096 e carimbo de tempo qualificado que a parte contrária confere sozinha.
Para o escritório, a diferença está em quem precisa provar o quê. Um print de tela obriga o advogado a construir a autenticidade do documento do zero, e à parte contrária basta suscitar dúvida. Um pacote selado inverte o esforço: a impugnação genérica deixa de bastar, porque o conteúdo, a data e a integridade estão registrados em material que qualquer perito confere de forma independente. As reproduções digitais fazem prova quando não impugnadas de forma específica (art. 422, §1º, do CPC), e a impugnação específica exige apontar em que o documento não confere.
A preservação não substitui o juízo do advogado sobre relevância e valor probatório. Ela retira apenas uma pergunta da mesa: se o documento é aquilo que o escritório afirma que é. O modo como o pacote é conferido sem a participação da ProofSnap está em verificação independente, e a visão geral para pessoas físicas está na página inicial sobre print de tela como prova.
Radim Motycka, fundador e engenheiro-chefe da ProofSnap · · Conferível de forma independente no Verificador de Confiança
Quando a discussão sai do mérito e vai para o documento
Onde a causa se perde antes de o documento ser lido
Nas causas em que a prova principal é um conteúdo da internet, o litígio migra repetidamente da questão de fundo para a autenticidade do documento juntado.
O print sem data demonstrável
A imagem colada na petição não carrega hora certa, não guarda o endereço consultado nem os cabeçalhos da resposta do servidor e pode ser editada em qualquer aplicativo gratuito. Basta a parte contrária impugnar de forma específica para que o ônus de demonstrar a autenticidade recaia sobre quem juntou.
O conteúdo apagado entre a consulta e a petição
Entre a reunião com o cliente e o protocolo, o perfil é excluído, a publicação é editada e o anúncio sai do ar. O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) permite requerer registros ao provedor, mas isso exige ordem judicial e tempo, e o conteúdo em si nem sempre é recuperável.
A ata notarial que chega tarde
A ata notarial é o instrumento de maior peso formal, mas depende de agenda de cartório, de horário comercial e de o conteúdo continuar no ar quando o tabelião abrir a página. Publicações polêmicas costumam durar horas, não dias.
O ponto prático. Nenhuma dessas três falhas é sobre o mérito. Todas consomem tempo de audiência, honorários e credibilidade em uma discussão que poderia ter sido encerrada no minuto em que o conteúdo foi visto pela primeira vez. Selar a página naquele momento custa 41 segundos.
Código de Processo Civil
O que o CPC diz sobre documento eletrônico
Quatro dispositivos sustentam o uso de uma captura preservada no processo civil brasileiro, e vale conhecer o alcance exato de cada um antes de prometer algo ao cliente.
Art. 369: todos os meios lícitos
As partes podem empregar todos os meios legais e moralmente legítimos para provar a verdade dos fatos, ainda que não especificados no Código. A prova digital não precisa de previsão própria para ser admitida.
Art. 371: apreciação livre e motivada
O juiz aprecia a prova constante dos autos e indica na decisão as razões da formação do seu convencimento. Não existe hierarquia legal entre um laudo pericial e um pacote criptográfico verificável: existe o quanto cada um resiste ao exame.
Art. 411: quando o documento eletrônico se presume autêntico
Considera-se autêntico o documento quando o tabelião reconhecer a firma do signatário, quando a autoria estiver identificada por qualquer outro meio legal de certificação, inclusive eletrônico, nos termos da lei, ou quando não houver impugnação da parte contra quem foi produzido. O inciso II é a porta de entrada da certificação eletrônica e, no Brasil, remete à disciplina da MP 2.200-2/2001.
Art. 422: reproduções digitais fazem prova
Qualquer reprodução mecânica ou eletrônica de fato faz prova dos fatos ou das coisas representadas se a parte contra quem foi produzida não impugnar a sua exatidão. O parágrafo primeiro trata expressamente das fotografias digitais e das extraídas da internet, exigindo, se impugnadas, a apresentação da respectiva autenticação eletrônica ou, na sua falta, a realização de perícia. É exatamente para esse cenário que o pacote preserva o material técnico.
A leitura conjunta que interessa ao escritório. O art. 422 §1º cria um caminho previsível: se a parte contrária impugnar, o escritório apresenta a autenticação eletrônica; se essa autenticação for consistente, a perícia se torna uma conferência, não uma investigação. Um pacote que já traz hash, assinatura, chave pública, carimbo de tempo e o registro de cada passo transforma a impugnação em um trabalho verificável de poucas horas.
Na esfera criminal, a cadeia de custódia dos vestígios está disciplinada nos arts. 158-A a 158-F do CPP, inseridos pela Lei 13.964/2019. O registro forense do pacote foi desenhado com a mesma lógica de rastreabilidade: cada operação fica documentada, na ordem em que ocorreu, sem lacunas entre a coleta e a entrega.
Jurisprudência
O que o STJ vem decidindo sobre print e cadeia de custódia
O tema não é teórico. A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça já tratou das duas pontas, e a diferença entre elas é exatamente a metodologia da coleta.
No AgRg no HC 828.054/RN, relatado pelo Ministro Joel Ilan Paciornik e julgado por unanimidade pela Quinta Turma em 23 de abril de 2024 (DJe de 29 de abril de 2024), o Superior Tribunal de Justiça resumiu o julgado nestes termos, publicados no Informativo de Jurisprudência n. 811, de 14 de maio de 2024:
“Apreensão de celular. Extração de dados. Captura de telas. Quebra da cadeia de custódia. Inadmissibilidade da prova digital.”
A ausência de procedimentos que garantam a idoneidade e a integridade dos dados extraídos acarreta a quebra da cadeia de custódia e a inadmissibilidade da prova. O caso trata de aparelho apreendido em investigação criminal, e não de preservação de página da web em ação cível, mas o princípio que o tribunal aplica é o mesmo que decide uma impugnação: o que sustenta a prova digital é o método documentado, não a imagem.
A outra ponta também existe, e convém conhecê-la antes de prometer demais ao cliente: o STJ tem reconhecido que prints obtidos por particulares, sem indícios de adulteração e confirmados sob contraditório, não configuram por si sós quebra da cadeia de custódia. Ou seja, o print não é automaticamente imprestável. O que a preservação certificada faz é retirar a questão do terreno da dúvida razoável, em que a parte contrária tem espaço para trabalhar, e levá-la para o terreno da conferência técnica, em que ou os hashes batem, ou não batem.
Ata notarial, e-Not Provas e captura certificada: três vias distintas
Desde 2026 o escritório brasileiro tem uma opção a mais, e ela é barata. Vale saber o que cada via entrega antes de escolher.
| Critério | Ata notarial | e-Not Provas | ProofSnap |
|---|---|---|---|
| Quem lavra | tabelião de notas | tabelião, na plataforma e-Notariado | o próprio escritório ou o cliente |
| Custo de referência | tabela de emolumentos do estado | de R$ 4 a R$ 7 por captura | a partir de US$ 4,99 (aprox. R$ 26) por 10 capturas |
| Peso formal | o maior, ato notarial (art. 384 do CPC) | ato notarial em meio digital | documento particular com autenticação eletrônica |
| O que é preservado | o que o tabelião vê na tela | a captura do conteúdo no link informado | imagem, código-fonte, texto, vídeo, DNS, WHOIS, cabeçalhos HTTP |
| Conferência por terceiro | pela via cartorária | pela plataforma do notariado | offline, com scripts e chave pública no próprio pacote |
Sobre o e-Not Provas, sem rodeios. O serviço foi lançado pelo Colégio Notarial do Brasil em 2026 e autentica capturas digitais a partir de R$ 4, chegando a R$ 7 conforme a tabela de cada estado (em São Paulo, R$ 5; no Distrito Federal, R$ 12,90), com armazenamento da prova por cinco anos na plataforma e-Notariado. Para autenticar um print isolado, é mais barato do que qualquer alternativa, inclusive a nossa, e um escritório que precisa apenas disso deve usá-lo.
A diferença está no que entra no pacote. O e-Not Provas confirma que aquele conteúdo estava no link informado, na data indicada. O ProofSnap preserva além da imagem o código-fonte, o texto, os metadados de rede, a resolução de DNS conferida em dois resolvedores, o registro do domínio, os cabeçalhos HTTP, opcionalmente o vídeo, e entrega tudo com um registro forense encadeado por hashes que qualquer perito confere offline, sem depender de nós nem do notariado. Quando a controvérsia for sobre o conteúdo, o e-Not Provas resolve. Quando for sobre integridade, método e contexto técnico, o pacote completo é o que responde.
O ponto em que a maioria das páginas exagera
Carimbo de tempo qualificado e ICP-Brasil: o que vale e o que não vale
Vale a pena ser exato aqui, porque um exagero nesta parte é a primeira coisa que a parte contrária vai atacar.
O que a MP 2.200-2/2001 garante
A presunção de veracidade em relação aos signatários alcança os documentos eletrônicos assinados com certificado emitido no âmbito da ICP-Brasil. O carimbo do tempo homologado brasileiro segue as normas do ITI e da ICP-Brasil.
O ProofSnap não emite carimbo homologado pela ICP-Brasil e esta página não afirma o contrário.
O que o carimbo do ProofSnap garante
O carimbo segue o padrão internacional RFC 3161 e é emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. Ele demonstra, de forma tecnicamente verificável e independente da ProofSnap, que aquele conjunto exato de bytes existia naquele instante.
No processo brasileiro, isso é apreciado livremente pelo juiz (art. 371 do CPC). Em processo que tramite em Estado-membro da União Europeia, o mesmo carimbo goza da presunção de exatidão da data e de integridade dos dados prevista no art. 41(2) do Regulamento (UE) 910/2014.
A segunda camada, independente de qualquer autoridade. Além do carimbo qualificado, o pacote é ancorado na blockchain do Bitcoin via OpenTimestamps. Essa ancoragem não depende de nenhum prestador de serviços de confiança, de nenhuma autoridade certificadora nem da própria ProofSnap: um perito confere o comprovante contra a blockchain pública. Se a controvérsia for sobre a data, existem duas fontes independentes que apontam para o mesmo instante.
Quando o cliente precisa mesmo de ICP-Brasil. Se a exigência for a presunção legal da MP 2.200-2/2001 sobre a assinatura de um documento, o caminho é a assinatura com certificado ICP-Brasil, não uma captura. São instrumentos para finalidades distintas: um autentica quem assinou um documento, o outro demonstra o que estava publicado em determinado endereço e em determinado instante.
O procedimento no escritório
Como o escritório preserva a prova em cinco passos
O fluxo inteiro cabe em uma reunião com o cliente. Não exige equipamento próprio, instalação em servidor nem conhecimento técnico da equipe.
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1
Abra a página no navegador
A extensão funciona no Chrome e no Edge, no computador do advogado ou no do cliente. Se o conteúdo estiver atrás de login, como um grupo fechado ou uma conversa, a sessão é do titular e a captura registra a página exatamente como ele a vê.
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2
Clique em capturar
Em 41 segundos, o ProofSnap gera a captura da página inteira, guarda o código-fonte e o texto, consulta DNS e WHOIS, registra os cabeçalhos HTTP e a informação de TLS, sincroniza o horário por NTP e monta a cadeia de custódia. Banners de cookies e elementos fixos são neutralizados e essa neutralização fica registrada no próprio documento de custódia.
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3
Grave em vídeo, quando o conteúdo tem movimento
Stories, reels, transmissões e páginas com carregamento contínuo se provam melhor em vídeo. A gravação com áudio entra no mesmo pacote e recebe o mesmo tratamento de hash, assinatura e carimbo de tempo.
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4
Use o modo sessão para várias abas
Quando a prova é um percurso, do anúncio ao perfil, do perfil à conversa, o modo sessão preserva cada aba visitada em uma subpasta própria, sob uma cadeia de custódia única. O conjunto demonstra o caminho, não apenas o ponto de chegada.
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5
Junte o relatório e guarde o pacote
O relatório em PDF vai aos autos como documento legível. O pacote ZIP completo fica no dossiê do escritório e só é exibido se a autenticidade for impugnada ou se houver perícia. Assim os autos não ficam pesados sem necessidade e o material técnico está disponível quando for cobrado.
O painel que o escritório opera
Um clique sela a página, calcula o hash de cada arquivo, assina o manifesto, ancora em Bitcoin e, nos planos com direito, acrescenta o carimbo de tempo qualificado. É o mesmo pacote de 11 a 15 arquivos, produzido na máquina do escritório ou na do cliente.
- Página inteira, apenas a área visível ou uma sessão com várias abas
- Gravação em vídeo com áudio, para conteúdo que se move
- Dados do caso e do examinador preenchidos antes da captura
- Verificador de Confiança e certificação de arquivos no mesmo painel
O que sai da captura
O conteúdo do pacote de prova
De 11 a 15 arquivos, conforme o plano: 11 no Essential, 12 no Professional e 15 no Enterprise e no Company.
O conteúdo capturado
- screenshot.jpegcaptura da página inteira, com rolagem e junção
- page.htmlcódigo-fonte com as folhas de estilo embutidas
- domtextcontent.txto texto da página, pesquisável
- metadata.jsonendereço, horário NTP, DNS, WHOIS, TLS e cabeçalhos HTTP
- evidence.pdfo relatório legível que vai aos autos
A camada criptográfica
- manifest.jsono hash SHA-256 de cada arquivo do pacote
- manifest.siga assinatura RSA-4096 do manifesto
- publickey.pema chave pública para conferir a assinatura
- manifest.json.otsa ancoragem em Bitcoin via OpenTimestamps
- manifest.json.tsro carimbo de tempo qualificado, nos planos com eIDAS
O rastro do procedimento
- chain_of_custody.jsona cadeia de custódia no padrão ISO/IEC 27037
- forensic_log.jsoncada operação, encadeada por hashes
- forensic_log_summary.txto mesmo registro em texto legível
As ferramentas de conferência
- verify.shscript de verificação para Linux e macOS
- verify.ps1script de verificação para Windows
- VERIFICATION_GUIDE.txto passo a passo para o perito
- capture_video.webma gravação, quando houver
Nos planos com direito a carimbo qualificado, o pacote traz ainda o arquivo eidas_validation.json com os dados de validação de longo prazo, e uma minuta de certificação nos moldes das regras 902(13) e 902(14) das Federal Rules of Evidence, em inglês, para o caso de o material ser usado em processo nos Estados Unidos. Essa minuta é um modelo a ser preenchido e firmado por pessoa qualificada, nunca uma declaração já prestada pela ProofSnap.
Sem depender de nós
O perito da parte contrária confere o pacote sem os nossos servidores
Uma prova que só a empresa fornecedora consegue confirmar não é uma prova forte. Por isso a conferência é integralmente offline e usa ferramentas padrão.
Recalcular os hashes
O perito calcula o SHA-256 de cada arquivo e compara com o manifesto. Qualquer alteração de um único byte muda o resultado. Os comandos estão no guia de verificação e funcionam com utilitários de sistema, sem instalar nada da ProofSnap.
Conferir a assinatura
A assinatura RSA-4096 do manifesto é conferida contra a chave pública que acompanha o pacote. Se o manifesto tiver sido tocado depois da selagem, a verificação falha.
Validar as duas datas
O carimbo RFC 3161 é validado contra a cadeia de certificados do prestador, com os dados de validação de longo prazo incluídos no pacote, de modo que a conferência continua possível anos depois. A ancoragem em Bitcoin é conferida na blockchain pública.
Ou usar o verificador no navegador
Para uma conferência rápida em audiência ou em reunião, o Verificador de Confiança é gratuito, roda no navegador e não exige conta. O arquivo não é enviado para nenhum servidor: a verificação acontece na própria máquina.
O documento que o perito lê primeiro
Cadeia de custódia e registro forense
A pergunta que decide a impugnação raramente é o que foi capturado. É como foi capturado, em que ordem e o que o software alterou na página antes de fotografá-la.
O documento de cadeia de custódia registra cada operação: a inicialização da captura, a sincronização de horário por NTP, a resolução de DNS com verificação cruzada em dois resolvedores independentes, a consulta WHOIS, os cabeçalhos HTTP, a extração dos metadados, a captura do HTML, a captura de tela, a geração do PDF, o cálculo dos hashes, a criação da assinatura, a ancoragem em Bitcoin e a montagem do pacote.
O registro forense encadeia essas operações com hashes: cada entrada carrega o hash da anterior e um hash cumulativo, de modo que remover ou alterar um passo do meio quebra o encadeamento de forma detectável. A sequência inicia com um valor aleatório vinculado ao identificador da captura e à versão da extensão.
As alterações que o software faz na página para conseguir capturá-la também ficam declaradas: cabeçalhos fixos neutralizados, banners de cookies e janelas modais removidos, animações congeladas, listas de recomendação com carregamento infinito interrompidas. Nada disso é escondido do perito, porque a divulgação é o que sustenta a credibilidade do procedimento.
Quando a captura fica incompleta, isso também é declarado. Páginas muito longas esbarram no limite de dimensão da imagem, e o documento de custódia informa expressamente que houve truncamento e em que ponto. Um pacote que declara a própria limitação é mais defensável do que um que se apresenta como completo sem sê-lo.
Enterprise e Company
O relatório com a identidade visual do escritório
O que se personaliza
O logotipo do escritório, a cor principal, a razão social, o endereço e o e-mail de contato passam a compor o cabeçalho do relatório em PDF, no lugar do cabeçalho padrão do ProofSnap. O documento entregue ao cliente e juntado aos autos sai como peça do escritório.
O que não muda
Hashes, assinatura, carimbo de tempo, cadeia de custódia e registro forense são idênticos, com ou sem personalização. A identidade visual alcança a apresentação do relatório e nada do conteúdo probatório, o que é justamente o que permite ao perito conferir o pacote da mesma forma em qualquer caso.
No plano Company, o escritório administra as pessoas da equipe por assento, sem limite de integrantes, e cada integrante da equipe trabalha sob a mesma configuração visual e os mesmos direitos de uso. As capturas de todos ficam com o mesmo padrão de relatório.
Tipos de causa em que escritórios brasileiros preservam prova digital
O denominador comum é sempre o mesmo: a prova principal está sob o controle de quem tem todo o interesse em fazê-la desaparecer.
Honra e dano moral
Publicações ofensivas, comentários e perfis falsos. A publicação some assim que a notificação extrajudicial chega, e o pedido de indenização por dano moral (arts. 186 e 927 do Código Civil) precisa demonstrar o conteúdo e o alcance.
Consumidor e publicidade
Oferta veiculada, preço anunciado e condição de promoção. O art. 30 do CDC vincula o fornecedor à oferta, mas a página é editada em minutos, e quem alega precisa demonstrar o que estava publicado.
Concorrência e propriedade industrial
Uso indevido de marca, cópia de anúncio, comparativo enganoso e revenda em marketplace. A prova é a listagem, e a listagem é retirada assim que a notificação da plataforma é enviada.
Família e guarda
Publicações em redes sociais usadas em ação de guarda, alimentos ou reconhecimento de união estável. O perfil é fechado ou apagado quando a citação chega.
Trabalhista
Grupos de mensagens, comunicados internos, publicações do empregado ou do empregador. A conversa é apagada dos dois lados e o grupo é dissolvido antes da audiência.
Golpes e estelionato
Anúncio falso, perfil de vendedor, página de pagamento e comprovante. O conjunto é derrubado em horas, e a delegacia pede a demonstração do que foi visto, não uma descrição.
Quando a causa tramita fora do Brasil
União Europeia e Portugal
Em processo que tramite em Estado-membro, o carimbo qualificado goza da presunção do art. 41(2) do Regulamento (UE) 910/2014 quanto à exatidão da data e à integridade dos dados, e o art. 41(1) impede que a prova seja recusada apenas por ser eletrônica. Isso interessa a escritórios brasileiros com clientes em Portugal ou com contratos submetidos a foro europeu.
Estados Unidos
As regras 902(13) e 902(14) das Federal Rules of Evidence permitem a autenticação de registro eletrônico e de cópia identificada por processo de resumo criptográfico mediante declaração escrita de pessoa qualificada. O pacote traz uma minuta em inglês com todos os dados técnicos já preenchidos, deixando em branco a identificação, a qualificação e a assinatura do declarante, que assume a declaração sob as penas do art. 1746 do título 28 do United States Code. O ProofSnap não presta essa declaração no lugar de ninguém.
O que o ProofSnap não é
Um escritório que sabe onde a ferramenta termina defende melhor o que ela entrega.
Não é perícia em informática
Não faz aquisição forense de aparelho nem análise de mídia. Se a controvérsia for sobre o que existe dentro de um celular, o caminho é a perícia, com o perito nomeado pelo juízo.
Não prova a autoria
Demonstra o que estava publicado em determinado endereço e em determinado instante. Quem escreveu depende de outros elementos, e a obtenção de registros junto ao provedor segue o rito do Marco Civil da Internet.
Não é ata notarial
O art. 384 do CPC atribui ao tabelião a lavratura da ata. O ProofSnap não exerce função notarial e não se apresenta como equivalente. Os dois instrumentos convivem bem no mesmo processo.
Não é assessoria jurídica
A ProofSnap não é sociedade de advogados, não opina sobre teses e não avalia a força probatória em um caso concreto. Isso continua sendo trabalho do escritório.
Preços para escritórios de advocacia
Todos os valores são cobrados em dólares americanos. As quantias em reais são aproximadas, convertidas pela cotação de R$ 5,22 por dólar em 18 de agosto de 2026. A conversão efetiva é feita pelo emissor do cartão.
Uma causa pontual
US$ 4,99 pagamento único
aprox. R$ 26 por 10 capturas
O SnapPack é a compra única de um número fixo de capturas, paga com cartão como qualquer outra compra. Não é assinatura, não renova automaticamente e não envolve período de teste. Serve para o escritório experimentar a ferramenta em uma causa, ou para o cliente preservar sozinho antes de o contrato estar fechado.
Comprar o SnapPackUso corrente do escritório
US$ 16,99 por mês
aprox. R$ 89 por mês, ou US$ 160 por ano (aprox. R$ 835)
O Professional atende escritórios que preservam provas com regularidade. Na cobrança anual, a economia é de 20%. O período de teste de 7 dias exige cartão de crédito no cadastro; se a assinatura for cancelada dentro dos 7 dias, nada é cobrado. Abaixo dele fica o Essential, a US$ 8,99 por mês (aprox. R$ 47) ou US$ 80 por ano (aprox. R$ 418).
Iniciar o teste de 7 diasCarimbo qualificado e identidade visual
US$ 28,99 por mês
aprox. R$ 151 por mês, ou US$ 280 por ano (aprox. R$ 1.462)
O Enterprise acrescenta o carimbo de tempo qualificado e coloca o logotipo, o nome, o endereço e a cor do escritório no relatório. O Company é a variante para equipes, com administração por assento e sem limite de integrantes. Ambos entregam 15 arquivos no pacote.
Ver o EnterpriseCréditos avulsos, quando a demanda é irregular. O eIDAS SnapPack custa a partir de US$ 6,99 (aprox. R$ 36) por carimbo, e 10 unidades saem por US$ 49,99 (aprox. R$ 261). O Video SnapPack custa US$ 24,99 (aprox. R$ 130) por vídeo, e 10 unidades saem por US$ 169,99 (aprox. R$ 887). Os créditos avulsos valem 12 meses a partir da compra.
Se ninguém do escritório ou do cliente puder fazer a captura, a equipe da ProofSnap preserva o endereço informado pelo serviço de captura de provas, a partir de US$ 44,99 (aprox. R$ 235) por endereço, com entrega em 24 horas. Dúvidas por escrito em support@getproofsnap.com.
Pagamento recusado? Ative as compras internacionais no app do seu banco (Itaú, Nubank, Bradesco: Cartões → Compras internacionais → Ativar). O IOF de 3,5% (Decretos 12.466 e 12.467/2025) é cobrado pelo banco emissor. A cobrança é feita em dólar, e os valores em reais são apenas aproximados.
Cartão brasileiro: o que esperar na cobrança internacional
O ProofSnap é processado via Stripe com cobrança em USD. Para escritórios brasileiros isso traz três pontos que convém saber antes:
1. IOF de 3,5% sobre cartão de crédito internacional. Sobre toda compra em moeda estrangeira no Brasil incide o IOF de 3,5%, cobrado automaticamente na fatura pelo banco emissor, não pela ProofSnap. A alíquota subiu de 3,38% para 3,5% pelos Decretos 12.466/2025 e 12.467/2025. Cada banco ainda aplica o próprio spread cambial, de modo que o valor final em reais fica acima da cotação comercial do dia.
2. Bancos brasileiros bloqueiam compras internacionais por padrão. Nubank, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e outros desativam compras internacionais online na configuração inicial. Solução em 2 minutos: abra o app do banco → Configurações do cartão → ative “Compras internacionais” e “Compras por internet” (em alguns bancos são duas opções separadas). Tente novamente após 5 minutos.
3. Cartão de débito pode não funcionar. Cartões de débito nacionais raramente são aceitos por estabelecimentos internacionais que usam Stripe. Use cartão de crédito (Visa, Mastercard ou Elo habilitado para uso internacional). Nubank Mastercard de crédito e C6 Bank Global Account funcionam nativamente.
Dica para reduzir o IOF: o SnapPack (US$ 4,99, aprox. R$ 26) é cobrança única, então o IOF incide uma só vez. Nas assinaturas recorrentes o IOF incide todo mês. Se o uso do escritório é esporádico, vários SnapPacks saem mais baratos do que o plano Essential.
Pix internacional e boleto ainda não estão disponíveis como forma direta de pagamento. Para escritórios interessados em faturamento em BRL por meio de parceiro local, escreva para support@getproofsnap.com.
A ProofSnap não é sociedade de advogados e não presta assessoria jurídica. Os carimbos de tempo qualificados são emitidos pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. No Brasil esse carimbo não equivale ao carimbo do tempo homologado pela ICP-Brasil nem à presunção da MP 2.200-2/2001.
Fontes oficiais
Cada regra citada nesta página vem das fontes abaixo. Confira você mesmo em vez de acreditar na palavra da ProofSnap.
- Lei 13.105/2015, Código de Processo Civil: arts. 369 e 371 sobre meios de prova e apreciação, art. 384 sobre a ata notarial, art. 411 sobre a autenticidade do documento eletrônico e art. 422 sobre as reproduções digitais.
- STJ, AgRg no HC 828.054/RN: Quinta Turma, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, julgado em 23 de abril de 2024, DJe de 29 de abril de 2024, resumido no Informativo de Jurisprudência n. 811, de 14 de maio de 2024.
- Colégio Notarial do Brasil, e-Not Provas: valores de R$ 4 a R$ 7 por captura conforme a tabela de cada estado, armazenamento por cinco anos na plataforma e-Notariado, 2026.
- Medida Provisória 2.200-2/2001: institui a ICP-Brasil e define o alcance da presunção de veracidade dos documentos eletrônicos assinados no seu âmbito.
- Instituto Nacional de Tecnologia da Informação: autoridade gestora da ICP-Brasil e das normas do carimbo do tempo homologado no país.
- Código de Processo Penal, arts. 158-A a 158-F: cadeia de custódia do vestígio, dispositivos inseridos pela Lei 13.964/2019.
- Lei 12.965/2014, Marco Civil da Internet: guarda e fornecimento de registros de conexão e de acesso a aplicações mediante ordem judicial.
- Lei 8.078/1990, Código de Defesa do Consumidor, art. 30: vinculação do fornecedor à oferta e à publicidade veiculadas.
- Lei 10.406/2002, Código Civil, arts. 186 e 927: ato ilícito e dever de indenizar, base dos pedidos de reparação por dano moral.
- Regulamento (UE) 910/2014, art. 41: efeitos jurídicos dos selos temporais eletrônicos, versão portuguesa consolidada no EUR-Lex, texto CELEX 02014R0910-20241018.
- Federal Rules of Evidence 902: regras 902(13) e 902(14) e a exigência de declaração escrita de pessoa qualificada.
- ISO/IEC 27037: diretrizes de identificação, coleta, aquisição e preservação de evidência digital.
Perguntas frequentes
O pacote é construído para sustentar a autenticidade, não para substituir a decisão do juiz. Os documentos eletrônicos são meios lícitos de prova (art. 369 do CPC) e o juiz os aprecia de forma livre e motivada (art. 371 do CPC). O documento eletrônico presume-se autêntico quando a autoria é identificada por meio legal de certificação (art. 411, II) e as reproduções digitais fazem prova se não impugnadas (art. 422, §1º). O que o pacote acrescenta é material verificável: hash SHA-256 de cada arquivo, manifesto assinado, cadeia de custódia registrada e carimbo de tempo independente. A admissibilidade e a força probatória continuam sendo apreciadas pelo juiz. O ProofSnap é uma ferramenta de prova, não assessoria jurídica.
Não, e esta página não afirma o contrário. A presunção de veracidade da MP 2.200-2/2001 alcança os documentos assinados com certificado emitido no âmbito da ICP-Brasil. O carimbo do ProofSnap segue o padrão internacional RFC 3161 e é emitido pela Disig a.s., prestador qualificado de serviços de confiança na Lista de Confiança da UE. No Brasil ele funciona como garantia técnica de integridade e de data, apreciada livremente pelo juiz nos termos do art. 371 do CPC, e não como presunção legal automática. Em processos que tramitem em Estado-membro da União Europeia, esse mesmo carimbo goza da presunção do art. 41(2) do Regulamento (UE) 910/2014.
Não. A ata notarial do art. 384 do CPC é lavrada por tabelião de notas, que atesta a existência e o modo de existir do conteúdo na tela, e continua sendo o instrumento de maior peso formal. O ProofSnap resolve outro problema: o tempo e o custo. A captura leva 41 segundos e pode ser feita pelo próprio cliente enquanto o conteúdo ainda está no ar, muitas vezes fora do horário do cartório e antes que o autor apague a publicação. Muitos escritórios usam os dois: a captura preserva imediatamente e a ata notarial é lavrada depois, se o conteúdo permanecer disponível.
Sim, e essa é a razão de o pacote ser construído assim. Dentro do ZIP vão os scripts verify.sh e verify.ps1, um guia de verificação e a chave pública. O perito recalcula os hashes SHA-256, confere a assinatura RSA contra a chave pública e valida o carimbo de tempo, tudo offline, com ferramentas padrão de linha de comando. Nada nesse procedimento passa por servidor da ProofSnap. A ancoragem em Bitcoin via OpenTimestamps também é conferível de forma independente contra a blockchain pública.
Não enfraquece a integridade técnica, porque hash, assinatura e carimbo de tempo são produzidos pelo software e não dependem de quem operou. O que muda é quem poderá ser ouvido sobre o procedimento. O registro forense grava cada operação com um encadeamento de hashes à prova de adulteração, de forma que o passo a passo seguido pelo cliente fica documentado. Em causas de valor elevado, muitos escritórios preferem repetir a captura sob supervisão do advogado ou pedir que a equipe da ProofSnap faça a preservação a partir do endereço informado.
Junta o relatório em PDF, que é o documento legível e paginado com a captura, os metadados, o resultado das consultas de DNS e WHOIS, os cabeçalhos HTTP e o resumo da cadeia de custódia. O pacote ZIP completo, com os arquivos técnicos, fica disponível para exibição em caso de impugnação da autenticidade ou para exame por perito nomeado pelo juízo. Os planos Enterprise e Company entregam 15 arquivos no pacote, o Professional 12 e o Essential 11.
Sim, nos planos Enterprise e Company. O escritório carrega o próprio logotipo, define a cor principal, a razão social, o endereço e o e-mail de contato, e o relatório em PDF passa a sair com essa identidade em vez do cabeçalho padrão do ProofSnap. Os arquivos técnicos e o conteúdo probatório não mudam: a personalização alcança apenas a apresentação do relatório.
Em qualquer um dos 29 idiomas do ProofSnap, escolhido no momento da exportação e de forma independente do idioma da interface. Isso importa quando a página capturada está em inglês e a peça é protocolada em português, ou quando o mesmo pacote precisa ser apresentado em duas jurisdições. Os arquivos estruturados em JSON permanecem em inglês por serem legíveis por máquina. O hindi é entregue em inglês.
Experimente na próxima reunião com o cliente
Na próxima vez que o cliente mostrar a publicação no celular, sele a página ali mesmo. Leva 41 segundos e resolve, antes do protocolo, a discussão que costuma consumir a primeira audiência.